quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Santuário de Santo Antônio se torna a primeira basílica do Estado do Espírito Santo no dia 26/10

13/10/2008 - 00h00 (A Gazeta) Vitor Graizevgbatista@redegazeta.com.br
No próximo dia 26, os tapetes que hoje estão dispostos nas portas do Santuário de Santo Antônio, os postais que são vendidos na lojinha da paróquia e até mesmo a padaria e a loja de gás próximos ao templo, que trazem no nome a palavra santuário, estarão desatualizados.Isso porque o templo será elevado à categoria de basílica, a primeira do Estado. A distinção foi concedida pelo Vaticano à Arquidiocese de Vitória, após um processo que durou cerca de três anos. A celebração solene, que marca a mudança, será no dia 26, às 9h.A sugestão foi dada por dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a dom Luiz Mancilha Vilela, arcebispo de Vitória."É uma surpresa e ao mesmo tempo, uma distinção.
Uma feliz resposta ao trabalho pastoral e eclesial que a paróquia realiza e que a Arquidiocese concretiza", afirma o Padre Roberto Camillato, reitor da basílica e pároco da paróquia de Santo Antônio.O processo foi longo e teve várias etapas. Após o pedido formal da Arquidiocese ao Vaticano, a paróquia elaborou um dossiê composto pelo histórico do santuário e fotografias. Também teve que responder a um questionário de 150 perguntas, em latim. "Questionavam se as dependências comportariam o povo fiel que em grande quantidade virá para peregrinações e toda movimentação própria de uma basílica", diz Camillato.Outro fator que contribuiu para que a igreja recebesse o novo título foi a visita do núncio apostólico dom Lorenzo Baldisseri, representante do Papa no Brasil, ao santuário, em março desse ano.
A partir do dia 26, o Santuário-Basílica de Santo Antônio terá ainda mais atribuições, como as indulgências finais (perdão dos pecados mediante penitências), dadas aos pecadores apenas nas basílicas. "O desdobramento do trabalho pastoral retornará mais amplo e exigente", analisa o pároco. "Nada se altera na rotina, mas com certeza acrescenta responsabilidade".
Para participar Solene celebração de elevação a Basílica:
Quando: No próximo dia 26, às 9h
Onde: no Santuário de Santo Antônio, que fica na Rua Ludovico Pavoni, s/n, Santo Antônio, Vitória. No dia, o estacionamento da Escola Ludovico Pavoni estará aberto à comunidade.
Participem desta Grande Festa e recordemos os outros relgiosos pavonianos que passaram por este Santuário e deram a sua contribuição.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Igreja de Comunhão: Um outro olhar sobre o Pe. Pavoni

Ludovico Pavoni
Bem-aventurado
1784 - 1849
Educar, abrigar e instruir os jovens pobres e abandonados na Itália do século XVIII, era um enorme desafio que o padre bresciano Ludovico Pavoni aceitou, ele que nasceu no dia 11 de setembro de 1784.
Naqueles anos de fome e de guerras, onde a miséria, as doenças e as armas se tornaram aliadas importantes para exterminar os pobres, Ludovico Pavoni teve uma intuição genial e profética, "educar, abrigar e instruir" os jovens pobres, abandonados ou desertores que eram, de fato, numerosos na Itália de 1800, tanto nas cidades como no campo.
Não só para evitar que se tornassem delinqüentes, o que mais temia a elite pensante daquele tempo, e com certeza não só daquela época, mas para que eles tivessem a oportunidade de viver uma vida digna, do ponto de vista cristão e humano.
Ordenado padre em 1807, Ludovico Pavoni se dedicou desde o início à educação dos jovens e criou o "seu" orfanato para abrigar os adolescentes e jovens necessitados. Já como secretário do bispo de Brescia, quando conseguiu para aqueles jovens fundar o primeiro "Colégio de Artífices" e depois, em 1821, a primeira escola gráfica da Itália, o Pio Instituto de São Barnabé.
Tipografia e Evangelho eram seus instrumentos preciosos: a receita natural era a mais simples possível, como dizia ele: 'basta colocar dentro da impressora jovens motivados, que os volumes de "boa doutrina cristã" estarão garantidos'. Analogia de fato simples e correta mesmo para os nossos dias. Em 1838, nasceu a escola para surdos-mudos, inútil acrescentar o quanto essa também estava na vanguarda daqueles tempos. E, em 1847 a Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, abrigando religiosos e leigos juntos, hoje conhecidos como "os Pavonianos".
Pela discrição pode ainda parecer fácil, mas para colocar em prática todo esse projeto, o vulcânico padre bresciano empregou tudo de si, do bom e do melhor, chocando-se com as autoridades civis e com as eclesiásticas. Sair recolhendo os jovens pobres e abandonados pelas ruas era algo que batia de frente com rígidos costumes sociais e morais da época. Por mais de uma década, Pavoni se debateu entre cartas, pedidos, súplicas e solicitações, tanto assim que foi definido "mártir da burocracia", mas, do dilúvio, saiu vencedor.
Padre Ludovico Pavoni faleceu no dia primeiro de abril de 1849, durante a última das Dez Jornadas brescianas, de uma pneumonia contraída durante uma fuga desesperada, organizada na tentativa de proteger os "seus" jovens das bombas austríacas, quando ganhou, finalmente, o merecido abraço do Pai Eterno. De resto, ele sempre dizia: "o repouso será no Paraíso".
Apesar da distância dos anos, hoje os Pavonianos continuam a "educar, abrigar e instruir" os jovens desses grupos, mas também, todos que simplesmente procuram um trabalho e um lugar na vida, providenciando a instrução escolar básica e colaborando com as Igrejas locais nas pastorais dos jovens. São incansáveis, em suas atividades, porque os traços cunhados pelo padre Ludovico estão ainda frescos, cujo exemplo do fundador está inteiramente vivo, latente e atual.
Hoje, outros levam avante sua obra, nos quatro cantos do mundo, os Pavonianos administram tudo o que possa estar relacionado à formação desses jovens: comunidades religiosas, escolas, institutos de formação profissional, centros de recuperação de dependentes químicos, asilos de idosos, pensionatos, orfanatos, creches, paróquias, cooperativas, centros de juventude, livrarias e a editora Âncora, na Itália. Além disso, alfabetizam os deficientes surdos e formam pequenos artífices nas artes gráficas, esses que eram os diletos de Ludovico Pavoni.
Extraído do link: http://www.paroquiasantoafonso.org.br/santo_do_dia.phpidp=12&idps=1&dia=01&mes=04&ordem=C da Paróquia de Santo Afonso Maria de Ligório - Jovita Feitosa, 2733 - Parquelândia - 60445-410 - Fortaleza - Ceará - Fone: (85) 3223-8785

terça-feira, 7 de outubro de 2008

A Imaculada do Pavoni: obra do escultor milanês Abbondio Sangiorgio


Sobre o novo sarcófago do Bem-aventurado Ludovico Pavoni, vela da prateleira projetada pelo arquiteto Cláudio Buttafava, a pequena imagem branca da Imaculada. Como diz a escrita no pedestal, é obra do escultor neoclássico Abbondio Sangiorgio. Ele nasceu em Milão no dia 16 julho de 1798 e morreu na mesma cidade no dia 2 de novembro de 1879. Ainda que suas obras propaguem-se pela Europa e também pela América é na capital da região da Lombardia que decorre também sua vida artística.
Entre suas numerosas obras, aquela mais famosa que o consagrou como grande escultor, o tornou conhecido por toda Europa, o introduziu na alta sociedade milanês (Manzoni, Hayez, Giudici,...) e arranjou-lhe numerosas comissões (sobretudo retratos) é a Sestiga de bronze de 1825, posta em cima do Arco da Paz em Milão.
Colaborando com o arquiteto bresciano, Rodolfo Vantini, que ganha o concurso pela Porta Oriental de Milão, entra em contato com a alta burguesia de Bréscia. Assim, em 1834 o conde bresciano, Antônio Valotti, encomenda ao Sangiorgio, para seu túmulo de família no Cemitério Vantiniano, o Redentor e o Anjo do Túmulo.
Provavelmente é nesta circunstância que encomenda ao escultor também a pequena imagem de Maria Imaculada. Quer doá-la ao cônego Ludovico Pavoni, de quem é grande admirador e benfeitor. O conde é um assíduo frequentador do Instituto e também da Igreja de S. Barnabé (atual Auditório). Aqui com certeza escuta os sermões populares, porém profundos do Reitor, muito devoto de Maria; conhece o projeto dele de fundar uma nova Congregação Religiosa que tenha como modelo Maria Imaculada; decide, portanto, lhe fazer este presente.
Quando a pequena estátua de mármore de carrara chega em Bréscia, torna-se objeto de admiração universal, sobretudo por parte do poeta César Arici que fala dela "de bom grado". Trazida à S. Barnabé, é entregue ao Pavoni que a acolhe no seu modesto estúdio, único objeto de esplendor dentre os pobres móveis. É em frente a esta imagem que é encontrado por seu aluno Antônio Renoldi , como conta o mesmo: "Corri… para o quarto do cônego Pavoni, mas me disseram que tinha descido, que estava fora. Deixei passar um pouco de tempo e voltei. Bati à porta e ninguém respondeu. Então me arrisquei abri-la, e oh, que admiração! Vi o cônego ereto, imóvel, sorridente, estático; com braços cruzados sobre o peito e dois olhos de paraíso fixos na imagem da Imaculada que estava à sua frente. Eu fiquei embaraçado: chamei-o e tornei a chamá-lo muitas vezes sem que ele se desse conta. Em suma, aquele delicioso espetáculo durou uns quinze minutos, até que, na impaciência de minha juventude e querendo com força ter o quanto [o dinheiro] desejava, pus-me a tossir e a bater os pés, fazendo fortes barulhos.
Então foi que ele se moveu e, virado-se, me viu e disse quase desconcertado: "Que faz aqui? Que quer de mim?" Lhe contei brevemente o meu incômodo, e ele pôs logo cinco liras nas minhas mãos, pedindo-me: "Reze por mim; reze uma Ave Maria por mim." E eu, exclamando: Você não precisa de oração e saltando de alegria, o deixei.
Desta imagem fizeram em S. Barnabé ao menos uma cópia de madeira e colocada na Igreja pública , dado que já havia o altar da bem-aventurada "Virgem do Cinto" e o de "N. S. do Bom Conselho", perto da saída para a Sacristia e o claustro. Em Bréscia, onde, como diz a estudiosa Simona Moretti, "a escassa atividade plástica dos laboratórios costrange a chamada de setores e instrutores estranhos à tradição local", havia de qualquer modo alguns artesãos entalhadores capazes de reproduzir imagens de madeira e de pedra; fizeram, portanto, diversas cópias das quais algumas podem ser vistas ainda hoje.
Após a morte do Pavoni, no ano de 1849, o Conde Valotti pediu a pequena imagem, a qual já não é mais somente uma preciosa obra de arte, mas tornou-se o objeto sagrado da devoção do Pavoni. Ficou na casa Valotti até que foi para a casa dos Condes Lechi, por causa do casamento da sobrina do conde Antônio Valotti, Maria Valotti, com o conde Teodoro II Lechi. O casal teve os filhos Faustino IV, Júlia e Barbarina. Foi justamente na casa Lechi que nos anos 50 Dom Nazari, confessor de Beatrice Valotti ("tia Bice", irmã de Maria), veio a conhecer a imagem e fala dela para o padre pavoniano Pedro Misani. Este vai até as pequenas condessas Julia e Barbarina Lechi, acompanhado pelo Pe. Dario Brugnara que lembra: "[Pe. Misani], com a franqueza que lhe é própria, pediu para levá-la para o novo templo votivo da Nsra Imaculada. Após uma consulta familiar, a pequena condessa Júlia telefona para o Pe. Misani: "Decidimos doar aos Pavonianos a imagem pedida: venham buscá-la."
Assim, aos 26 de Abril do ano mariano 1954, festa da Nossa Senhora do Bom Conselho, a estátua tão desejada, vai para a Obra Pavoniana: se emprovisa um pequeno altar no quarto do Pe. Misani.Todos da casa querem admirar a artística imagem.
Aos 3 de maio a estátua de Sangiorgio Abbondio, com uma sugestiva procissão participada por uma grande mutidão, é levada por dois surdos e por dois alunos da Obra Pavoniana ao Templo da Imaculada.
Texto Original: Pe. Roberto Cantù,
Arquivista Geral da Congregação ( Comunidade de Tradate, Itália).
Tradução: Ir. Thiago Cristino (Comunidade de Brasília, Brasil)
e Pe. Odair Gonçalvez Novais (Comunidade de Manila, Filipinas)

Outubro: Carta do Superior Geral

Caríssimos irmãos e leigos da Família pavoniana,
entramos de modo sempre mais operativo na fase pós-capitular que está caracterizando este período da vida da Congregação.
Realizamos a nomeação das Direções provinciais. Desejo a elas bom trabalho e convido a todos, irmãos e leigos da Família pavoniana, à máxima aceitação, coesão e colaboração para favorecer o bem comum. Reafirmo o que já repeti outras vezes e que é minha profunda convicção.
Cada irmão é precioso para a Congregação, independentemente do lugar que ocupa e do ofício que desempenha. Conta mais para a Congregação quem busca seriamente a santidade, quem vive e promove a fraternidade em modo autêntico e convicto, quem se dedica com paixão e a tempo pleno à missão que lhe é confiada e contribui para sua expansão e renovação. Quem ocupa um cargo “mais elevado” tem uma responsabilidade maior, mas não é mais importante do que os outros. Cada um é “grande” se se faz “pequeno”, se vive segundo o evangelho, se se coloca a serviço dos irmãos, se, com a graça de Deus e com humildade e disponibilidade, realiza todo o bem que lhe é possível onde se encontra, para com quem encontra, para com quem lhe está próximo e para quem dedica a própria vida. É o espírito do evangelho, vivido pelo nosso Padre Fundador, que somos chamados a encarnar e a testemunhar também hoje na Igreja e na sociedade.
O tempo favorável da fase pós-capitular (RV 518)
Seja em nível pessoal, seja como comunidade ou Província, é este o tempo favorável para aprofundar o conhecimento do Documento capitular, para colher dele as exigências e para encaminhar a sua prática. Já evidenciei nas cartas dos mês de agosto e de setembro (que convido a reler com atenção) as suas linhas de fundo. O texto evangélico das bodas de Caná (Jo 2, 1-12) dá-lhe o direcionamneto e representa para todos nós uma referência constante. Somente se formos fortes “da graça de Deus” (CP 69), se invocarmos, acolhermos e nos deixarmos guiar pelo Espírito de Cristo, representado no vinho bom de Caná, podemos dar futuro à missão pavoniana.
A comunidade religiosa, em colaboração com os leigos, é o sujeito da missão. O Documento capitular estimula a reforçar a consistência da comunidade religiosa, para dar solidez e desenvolvimento à Família pavoniana e para promover a renovação da missão.
Nesta ótica, foi elaborada a Programação geral pós-capitular, referência para a programação das Províncias e das comunidades. Foram estabelecidos também os temas do ano. Para este primeiro ano 2008/09 o tema é: Comunidade unida.
Comunidade unida
Em uma passagem do Documento capitular lemos: “Estamos convencidos de que é uma prioridade hoje sermos percebidos como irmãos unidos na missão” (3). O destaque deste primeiro ano quer ser a unidade da comunidade. A unidade da comunidade nasce do estarmos reunidos em nome do Senhor e em torno do Senhor, na partilha da mesma vocação; e se expressa e manifesta no espírito de família, ou seja, na comunhão de vida. Na resposta à primeira pergunta contida no Documento capitular se acentua a nossa vontade de ser “homens de Deus ” e “especialistas de comunhão” (1a.b). Esta realidade dá fundamento à nossa comunidade.
*** A comunidade está unida, antes de tudo, em torno de Cristo, em torno da sua Palavra e da Eucaristia. É Cristo, é a Eucaristia que nos faz comunidade, que nos torna comunidade, que nos faz “uma só coisa” (Jo 17,11.21-22).
“Queremos ser homens de Deus… na escuta atenta e na partilha da Palavra” (1a). Daqui brota o empenho da “lectio divina”: cada dia, em nível pessoal e, semanalmente, como comunidade, que escuta, medita, anuncia e partilha a Palavra.
“Queremos ser homens de Deus… na oração assídua” (1a). Empenhemo-nos em valorizar a oração pessoal e a comunitária, baseada cada dia na Eucaristia e na liturgia das horas. Reservemos para elas um tempo adequado (“cerca de duas horas”: RV 392), cuidemos da sua qualidade e as abramos frequentemente aos leigos e aos jovens.
Demos importância ao calendário pavoniano e à figura de Maria e do Padre Fundador. Procuremos ser fiéis à meditação semanal da Regra de Vida. Além disso, nos teremos que acostumar a ler cada dia, de modo contínuo, um parágrafo da Regra de Vida depois da leitura breve das Laudes, ou Hora Média ou das Vésperas. “Queremos ser homens de Deus… numa renovada fidelidade à consagração religiosa” (1a).
A comunidade religiosa testemunha a sua unidade e a sua identidade na fidelidade e na alegria com que cada irmão vive a própria consagração a Deus por meio dos conselhos evangélicos. É pedido a todos “um esforço maior para uma formação séria e inovadora” (1.3) e o empenho de “intensificar o cuidado pelas vocações consagradas” como “garantia de continuidade carismática” (3.3).
*** A comunidade manifesta a sua unidade no espíirito de família, nosso modo de expressar a comunhão de vida. “Queremos ser especialistas de comunhão” (1b).
“Consideramos que a primeira missão da comunidade é justamente a comunhão” (1.1). Uma autêntica vida de comunhão nos ajuda a enfrentar melhor a missão. Demos de novo centralidade à comunidade religiosa. “Cuidemos das relações pessoais” (1.1). Consolidemos a prática dos encontros comunitários, uma vez por semana. No horário semanal ou períódico reservemos momentos de vida comunitária, para os quais, algumas vezes, convidemos também os leigos colaboradores e os jovens.
“Consideramos que a presença na Congregação de jovens, adultos e anciãos é uma riqueza” (3.4). Somos chamados a ser comunidades que promovem o senso de pertença à Congregação e que irradiam o carisma pavoniano.
- Sobre este argumento da vida de comunhão, bem como sobre o da experiência de Deus, que são os âmbitos do tema deste ano Comunidade unida, encontraremos, depois, outras referências nas partes relativas da Programação geral, que retoma e organiza os objetivos e as indicações operativas presentes no Documento capitular.
Povo de Deus que caminha
- No recente encontro do Conselho geral tomamos algumas decisões. Pe. Giuseppe Regazzoni foi confirmado como Administrador geral. Colaborarão com ele também Ir. Delio Remondini e Ir. Ezio Zanlucchi, com a missão de promover a vivência do Documento Pobreza, gestão evangélica dos bens, missão. Pe. Giuliano Piva foi confirmado como Procurador junto à Santa Sé e pe. Pietro Riva como Postulador geral.
- Na Espanha, no dia 12 de outubro, serão retomados os encontros dos Grupos Saiano; enquanto que, de 17 a 19, em Salamanca, serão realizadas as Jornadas de outono da Família pavoniana, com a apresentação do Documento capitular e a partilha da experiência do 38° Capítulo geral.
- No Brasil, para aonde irei amanhã e permanecerei até os primeiros dias de novembro, de 10 a 12, animarei o retiro dos jovens religiosos e no final do mês participarei dos tradicionais encontros dos administradores, dos superiores e vice-superiores e dos formadores; seguidamente, nos dias 1 e 2 de novembro haverá a Assembleia da Família pavoniana.
- Em Monza, para o dia 18 de outubro, sábado, está convocado o Conselho de Federação dos nossos Ex-alunos.
- De modo especial, neste mês, nos sentimos unidos a toda a Igreja, com a celebração do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus, enquanto estamos vivendo um ano dedicado à figura do apóstolo Paulo.
- A luz da Palavra de Deus ilumine nossos passos e nos ajude a crescer na fraternidade, a olhar a realidade com os olhos da fé e a realizar o projeto de Deus para a nossa vida e para a nossa Congregação. Invoco para todos a intercessão de Maria Imaculada e do beato Padre Fundador e saúdo a todos no Senhor.
Pe. Lorenzo Agosti, FMI Tradate - Itália, 1.º de outubro de 2008

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Beato Pe. Ludovico Pavoni: O Dom de educar com Deus

No dia 11 de setembro de 1784, nascia na cidade de Bréscia, Itália, aquele que iria transformar a educação com sua maneira de ser.Ninguém podia imaginar que, daquele pequeno ser humano, brotaria uma Congregação Religiosa comprometida com a vida e que mudaria o rumo daqueles que o sistema maltratava.
Ludovico Pavoni, esse é o nome que difundiu a Pedagogia Cristã, dando início a uma nova maneira de ensinar, educar com amor ao invés de chicotes e palmatórias.Sinal de esperança para as crianças e jovens, Pe. Ludovico entregou, de maneira oblativa, todo o seu ser.Confiante na Providência Divina, nunca deixou faltar nada para os menores: educação, instrução, oportunidade, espiritualidade, e acima de tudo, a caridade.Neste mês, em que celebramos o seu nascimento, elevemos a Deus nossas preces de agradecimento por esse vocacionado que, com sua vida, deu um “SIM” verdadeiro ao Pai.
E que é exemplo para todos aqueles e aquelas que abraçaram esse carisma e se comprometeram com a causa: os Pavonianos.Que o Bem-Aventurado Ludovico Pavoni nos inspire e nos anime na luta árdua de devolver aos nossos irmãos e irmãs empobrecidos o que eles possuem de mais valioso: a sua Dignidade.
Por Wellington da Silva Nascimento, Postulante.
(Comunidade de Pouso Alegre)

Oração Vocacional Pavoniana

Oração Vocacional Pavoniana
Divino Mestre Jesus, ao anunciar o Reino do Pai escolheste discípulos e missionários dispostos a seguir-te em tudo; quiseste que ficassem contigo numa prolongada vivência do “espírito de família” a fim de prepará-los para serem tuas testemunhas e enviá-los a proclamar o Evangelho. Continua a falar ao coração de muitos e concede a quantos aceitaram teu chamado que, animados pelo teu Espírito, respondam com alegria e ofereçam sem reservas a própria vida em favor das crianças, dos surdos e dos jovens mais necessitados, a exemplo do beato Pe. Pavoni. Isto te pedimos confiantes pela intercessão de Maria Imaculada, Mãe e Rainha da nossa Congregação. Amém!

SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL - FMI - "Vem e Segue-Me" é Jesus que chama!

  • Aspirantado "Nossa Senhora do Bom Conselho": Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Orientador dos Aspirantes – Pe. Célio Alex, FMI - Colaborador: Ir. Quelion Rosa, FMI.
  • Aspirantado "Pe. Antônio Federici": Q 21, Casas 71/73 . Setor Leste. CEP 72460-210 - Gama / DF . Telefax: (61) 3385.6786. Orientador dos Aspirantes - Ir. José Roberto, FMI.
  • Comunidade Religiosa "Nossa Senhora do Bom Conselho": SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944. Pastoral Vocacional: Ir. Thiago Cristino, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Basílica de Santo Antônio: Av. Santo Antônio, 2.030 - Bairro Santo Antônio. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3223.3083 (Comunidade Religiosa Pavoniana) / (27) 3223.2160 / 3322.0703 (Basílica de Santo Antônio) . Reitor da Basílica: Pe. Roberto Camillato, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Paróquia São Sebastião: Área Especial 02, praça 02 - Setor Leste. CEP 72460-000 - Gama/DF. Tel.: (61) 34841500 . Fax: (61) 3037.6678. Pároco: Pe. Natal Battezzi, FMI. Pastoral Vocacional: Pe. José Santos Xavier, FMI.
  • Juniorado "Ir. Miguel Pagani": Rua Dias Toledo, 99 - Bairro Vila Paris. CEP 30380-670 - Belo Horizonte / MG. Tel.: (31) 3296.2648. Orientador dos Junioristas - Pe. Claudinei Ramos Pereira, FMI. ***EPAV - Equipe Provincial de Animação Vocacional - Contatos: Ir. Antônio Carlos, Pe. Célio Alex e Pe. Claudinei Pereira, p/ e-mail: vocacional@pavonianos.org.br
  • Noviciado "Maria Imaculada": Rua Bento Gonçalves, 1375 - Bairro Centro. CEP 93001-970 - São Leopoldo / RS . Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.1087. Mestre de Noviços - Pe. Renzo Flório, FMI. Pastoral Vocacional: Ir. Johnson Farias e Ir. Bruno, FMI.
  • Seminário "Bom Pastor" (Aspirantado e Postulantado): Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Orientador do Seminário - Ir. César Thiago do Carmo Alves, FMI.

Associação das Obras Pavonianas de Assistência: servindo as crianças, os surdos e os jovens!

  • Centro Comunitário "Ludovico Pavoni": Rua Barão de Castro Lima, 478 - Bairro: Real Parque - Morumbi. CEP 05685-040. Tel.: (11) 3758.4112 / 3758.9060.
  • Centro de Apoio e Integração dos Surdos (CAIS) - Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Coordenador: Luís Vicente Caixeta
  • Centro de Formação Profissional: Av. Santo Antônio, 1746. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3233.9170. Telefax: (27) 3322.5174. Coordenadora: Sra. Rosilene, Leiga Associada da Família Pavoniana
  • Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL-LP) SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944 . Diretor: Pe. José Rinaldi, FMI
  • Centro Medianeira: Rua Florêncio Câmara, 409 - Centro. CEP 93010-220 - São Leopoldo/RS. Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.2797 / 3589.6874. Diretor: Pe. Renzo Flório, FMI
  • Colégio São José: Praça Dom Otávio, 270 - Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG - Caixa Postal: 149. Tel.: (35) 3423.5588 / 3423.8603 / 34238562. Fax: (35) 3422.1054. Cursinho Positivo: (35) 3423. 5229. Diretor: Prof. Giovani, Leigo Associado da Família Pavoniana
  • Escola Gráfica Profissional "Delfim Moreira" Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Diretor: Pe. Nelson Ned de Paula e Silva, FMI.
  • Obra Social "Ludovico Pavoni" - Quadra 21, Lotes 71/72 - Gama Leste/DF. CEP 72460-210. Tel.: (61) 3385.6786. Coordenador: Sra. Sueli
  • Obra Social "Ludovico Pavoni": Rua Monsenhor Umbelino, 424 - Centro. CEP 37110-000 - Elói Mendes/MG. Telefax: (35) 3264.1256 . Coordenadora: Sra. Andréia Mendes, Leiga Associada da Família Pavoniana.
  • Obra Social “Padre Agnaldo” e Pólo Educativo “Pe. Pavoni”: Rua Dias Toledo, 99 - Vila Paris. CEP 30380-670 – Belo Horizonte/MG. Tels.: (31) 3344.1800 - 3297.4962 - 0800.7270487 - Fax: (31) 3344.2373. Diretor: Pe. André Callegari, FMI.

Total de visualizações de página

Vídeos Pavonianos

Loading...

Artigos do blog

Quem sou eu?

Minha foto
Bréscia, Italy
Sou fundador da Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, conhecida popularmente como RELIGIOSOS PAVONIANOS. Nasci na Itália no dia 11 de setembro de 1784 numa cidade chamada Bréscia. Senti o chamado de Deus para ir ao encontro das crianças e jovens que, por ocasião da guerra, ficaram órfãos, espalhados pelas ruas com fome, frio e sem ter o que fazer... e o pior, sem nenhuma perspectiva de futuro. Então decidi ajudá-los. Chamei-os para o meu Oratório (um lugar onde nos reuníamos para rezar e brincar) e depois ensinei-os a arte da marcenaria, serralheria, tipografia (fabricar livros), escultura, pintura... e muitas outras coisas. Graças a Deus tudo se encaminhou bem, pois Ele caminhava comigo, conforme prometera. Depois chamei colaboradores para dar continuidade àquilo que havia iniciado. Bem, como você pode perceber a minha história é bem longa... Se você também quer me ajudar entre em contato. Os meus amigos PAVONIANOS estarão de portas abertas para recebê-lo em nossa FAMÍLIA.