terça-feira, 14 de abril de 2009

Escravos de nós mesmos

Os Estados gregos eram formados por uma cidade e pelas terras ao seu redor, sendo conhecidas como Polis (Cidades-Estado), onde todos que eram considerados cidadãos tinham poder de decisão pela força da palavra argumentativa. As decisões eram discutidas na Ágora, na qual as opiniões tinham o mesmo valor, pois eram todos iguais. Ao contrário de hoje, nem todos eram considerados cidadãos, estavam excluídos dessa categoria as crianças, os escravos, os estrangeiros e as mulheres.
Hoje depara-se com uma crise na vivência de nossa democracia, reflexo de uma política mal construída historicamente em que poucos sempre tiveram o poder de decisão sobre o futuro comprometedor da nação. A percepção que temos é que não podemos continuar indiferentes à vida política que clama por socorro e participação efetiva. O grande filósofo Aristóteles dizia que “o homem é naturalmente feito para a sociedade política”. Portanto podemos afirmar que o homem é essencialmente político e deveria usar essa arte para buscar o bem comum numa relação de respeito para com o outro, lembrando das palavras do filósofo sobre esse precioso ato: “Quem quer que seja que não tenha necessidade dos outros homens ou que não seja capaz de viver em comunidade com eles ou é um deus ou um animal” (Aristóteles). Um dos caminhos para a transformação se dá através da política participativa.
Delegamos a alguns representantes o poder de argumentar por nós, bem como de decidir os caminhos para melhorar o país, mas a transformação que almejamos quase nunca ocorre, já os interesses individuais e partidários, sim, e bem na frente de nossos olhos. O que fazer diante disso? Não posso negar que há uma certa política do bem comum, que por sua vez está sempre na cauda dos interesses da classe burguesa. Hoje somos todos considerados cidadãos com direitos iguais perante a lei. Infelizmente alguns são mais iguais do que outros. Temos as constituições da constituição, ou seja, existe uma lei disfarçada e severa para o negro, o indígena, o pobre. Nem é preciso dizer que a melhor das constituições é a dos ricos. Os gregos antigos ficariam horrorizados com esses fatos, pois se todos são cidadãos, logo todos são iguais, tendo os mesmos direitos. Para cobrar e garantir direitos iguais é preciso estar informado a fim de exercer a cidadania, além de buscar um novo sonho democrático para o futuro de uma sociedade justa e mais fraterna. Devemos fortalecer o compromisso cooperativo que gera a comunidade e a participação de todos em tudo o que é benevolente para a sociedade. Isso não deve ser confundido com pobres medidas assistencialistas, é ir além, favorecendo direitos e dignidade autônoma aos cidadãos. Nesse sentido a educação bem estruturada é peça fundamental; através dela as pessoas poderão ser sujeitos da história da nação brasileira, além de se afastar da exclusão intelectual que é a pior de todas. Para uma boa educação, não bastam conteúdos, além disso é necessário desenvolver a capacidade de pensar, algo distante de nossa realidade escolar. Passamos em média doze anos na escola para enfrentar algumas horas de um vestibular excludente. Ou pensamos ou seremos escravos à moda grega.
Mais uma vez quero destacar algumas palavras do pensador Aristóteles, que em seu contexto sócio-político-cultural afirmou: “Partindo dos nossos princípios, tais indivíduos são destinados, por natureza, à escravidão; porque para eles nada é mais fácil que obedecer, (...) não possui a plenitude da razão...”. Convém salientar que, ao contrário de Aristóteles, a ciência contemporânea já provou que todos são iguais em potência e essência humana. Dessa forma todos têm capacidade de raciocinar e pensar potencialmente. A virtude aristotélica nos ensina que é preciso praticar constantemente as coisas boas. Pensar também é um exercício constante, que por sua vez deve levar à prática e ao exercício da cidadania, caso contrário entregaremos nossa liberdade a outros colaborando com nossa própria escravidão.
Oziel da Rocha é religioso pavoniano e estudande de Filosofia do V período - ISTA - Belo Horizonte - MG.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O Superior geral

Caríssimos irmãos e leigos da Família pavoniana,
Estamos na iminência do dia 1° de abril, 160° aniversário da morte do nosso Padre Fundador. Todo ano esta data nos leva a parar e a lembrar aquela manhã do domingo de Ramos de 1849. Nós também nos sentimos recolhidos no quarto de Saiano, ao redor do leito de Padre Pavoni, comovidos e tristes como estavam os nossos primeiros irmãos e os jovens que o Fundador tinha acompanhado até lá, desde Bréscia, para protegê-los das violências que aconteciam na cidade. Pe. Pavoni está mal e está para deixar este mundo. A sua morte não estava prevista, não era esperada. Até poucos dias antes estava plenamente ativo. Depois seguiram aquela viagem, aquele esforço, aquele gesto supremo de amor em preocupar-se não consigo, mas com os jovens menores, aquele caminhar a pé debaixo de chuva, aquele partilhar com os seus um acontecimento atribulado e cansativo. Até o fim. Aquele gesto é o marco mais significativo de toda sua vida. Mártir da caridade.
Padre Pavoni morre em plena ação, morre confiando em Maria e entregando a Deus o futuro da sua “família”, da sua obra, dos seus jovens.
Mesmo entre atormentadas vicissitudes, a Congregação sempre experimentou a Providência de Deus no seu caminho e sentiu a proteção materna de Maria, Mãe da Divina Providência.
A lembrança daquele 1.° de abril de 1849 e da história da Congregação nos estimulam, hoje, a sermos dignos de uma herança tão significativa, tecida de humildade e simplicidade. Sem clamorosas manifestações e sem desenvolvimentos imponentes, o carisma pavoniano agiu eficazmente em favor da juventude mais necessitada, dando sua contribuição à ação evangelizadora e caritativa da Igreja. Hoje, cabe a todos nós, confiantes e gratos à Providência de Deus, cumprir a nossa parte a fim de que o quanto foi iniciado pelo Padre Fundador continue a ser um dom para a Igreja e para os jovens.
O que conta não é a grandiosidade e o número das obras, mas é a entrega de todo nosso ser, como pessoas e como comunidades unidas, em corresponder com fé e amor à nossa vocação e à nossa missão, sem “nada… poupar para ganhar estas almas para Deus” (CP, Ideia geral), como desejava Padre Pavoni. O seu exemplo nos estimula e a sua intercessão nos sustenta no encarnar de modo autêntico e atual o nosso carisma, como está delineado na Regra de Vida.
A Regra de Vida, luz no nosso caminho
Estamos para imprimir, em italiano, o novo texto oficial da Regra de Vida, que está em fase de tradução também em português e em espanhol. Como já acentuei na carta de fevereiro, a Regra de Vida representa e contém o projeto que nos comprometemos realizar com a profissão religiosa. Perto e logo depois da Palavra de Deus, ela é, portanto, a referência fundamental para a nossa vida. Se a Palavra de Deus é “lâmpada para os nossos passos” (cf. Salmo 118), também a Regra de Vida partilha desta característica, torna-se luz no nosso caminho.
Por isso, insisto na necessidade de dar nova importância à Regra de Vida, de tê-la presente de modo mais constante, seja em nível pessoal, seja em nível comunitário. Convido a dar relevância ao gesto da entrega do novo texto, quando será distribuído nas comunidades; a entrega seja dentro de uma celebração que evidencie o seu valor. Além disso, será bom que cada irmão possua duas cópias dela, uma para ter na sua própria gaveta e outra na capela, para favorecer e tornar mais eficaz a meditação semanal sobre a Regra e a leitura comunitária cotidiana de um parágrafo seu, como está previsto na Programação geral pós-capitular. A entrega do novo texto da Regra pode se tornar a ocasião para que se realizem estes compromissos também naquelas comunidades onde isto ainda não acontece.
A partir de hoje, nas cartas mensais, comentarei também as principais novidades que o Capítulo geral introduziu na Regra de Vida, juntamente com o texto sobre “O espírito pavoniano”, que merece um aprofundamento particular, seja por parte dos religiosos, seja por parte dos leigos. Também para estes a Regra de Vida representa, nas suas linhas inspiradoras e essenciais, um texto qualificado de referência.
Inicio comentando a primeira inserção: a referência é à vocação, tema evocado também na passagem de uma frase do número 39 ao n. 40 da Regra de Vida.
Sobre vocação
A ti que, respondendo ao chamado de Deus, queres seguir o mesmo caminho, é dada esta Regra... [Proêmio à Regra de Vida (ex 5)] Cf. RV 40 (ex 39): Convencidos de que Deus continua a chamar a nossa Congregação, sentimos a presença pavoniana no povo de Deus como vocação, como apelo e como éxodo.
* O acréscimo ao Proêmio (respondendo ao chamado de Deus) quer sublinhar o primado do chamado de Deus na vida da pessoa. Escolher uma vocação não é iniciativa da pessoa, mas iniciativa de Deus. A pessoa é chamada a discernir e a responder.
É necessário promover uma cultura da vocação nas nossas comunidades cristãs. “Toda vida é vocação”, é dom e chamado de Deus. O que importa mais na vida de cada cristão é descobrir e responder ao chamado de Deus. O que importa não é tanto o que cada um de nós pode realizar, quanto cumprir o que o Senhor quer de nós. A nossa vocação está onde nós podemos amar mais, onde podemos nos doar mais, valorizando os dons recebidos de Deus e confiando na sua graça e no seu apoio.
Nesta ótica, assume significado o chamado a uma vocação de especial consagração: à vida consagrada ou/e à vida sacerdotal. Hoje, também, Deus continua a chamar mulheres e homens para doarem a própria vida nestes caminhos de especial consagração. É preciso criar as condições para que quem é chamado possa levar em consideração esta vocação e responder a ela com disponibilidade e com generosidade.
* O Senhor continua a chamar também para a nossa Congregação. É a convicção expressa no número 40 da Regra de Vida. O nosso testemunho, pessoal e comunitário, é um elemento essencial para suscitar, nos que se aproximam de nós, interrogações e interesse por nossa escolha de vida. A oração, a catequese, o acompanhamento pessoal, a proposta, a experiência concreta da nossa espiritualidade, fraternidade e missão representam ulteriores elementos que podem abrir a outros a estrada da resposta a Deus para se unirem a nós na partilha do carisma pavoniano.
De 1.° de abril à Páscoa, a semana eucarística (27 de abril- 3 de maio)
O mês de abril, depois da memória do Pe. Pavoni, nos levará a celebrar a Páscoa do Senhor e se concluirá com a terceira semana do tempo pascal, que convido também este ano a destacar, em cada comunidade, como semana eucarística. Nela nos vem proposta a leitura do capítulo VI do evangelho de João sobre o “pão da vida” e a nos prepararmos para celebrar, no quarto domingo da Páscoa (o domingo do Bom Pastor), o dia mundial de orações para as vocações. O quanto apresentei no parágrafo precedente pode encontrar aqui um significativo momento de realização, também à luz do Documento capitular, sobre “incentivar o que favorece as vocações” (3.3).
Agenda do mês de abril: de 9 a 12: Páscoa juvenil, em Maggio (Itália) e em Salamanca (Espanha). Terça-feira, dia 14: encontro em Bréscia para a Programação provincial da Itália. De 16 a 18: Conselho geral, em Tradate, e reunião com os superiores provinciais. Segunda-feira, dia 27: inauguração, em Artogne em Val Camonica (Bréscia), do Museu tipográfico “Ludovico Pavoni”, promovido pelo ex-aluno Simone Quetti, com a presença do cardeal G. Battista Re.
Caindo o dia 26 de abril num domingo, sugiro antecipar para sexta-feira, dia 24, a celebração da memória de Maria, Mãe do Bom Conselho.
O próprio Jesus, identificando-nos no “discípulo que Jesus amava”, desde a cruz nos confiou a Maria: “Mulher, eis o teu filho”. Sentindo-nos envolvidos por seu abraço materno, disponhamo-nos a celebrar a Páscoa “renovados no Espírito do Pai, para renascer na luz do Senhor ressuscitado”.
Com este alegre desejo, envio-lhes saudações fraternas.
pe. Lorenzo Agosti Tradate, 28 de março de 2009, início da quinta semana da Quaresma.

Oração Vocacional Pavoniana

Oração Vocacional Pavoniana
Divino Mestre Jesus, ao anunciar o Reino do Pai escolheste discípulos e missionários dispostos a seguir-te em tudo; quiseste que ficassem contigo numa prolongada vivência do “espírito de família” a fim de prepará-los para serem tuas testemunhas e enviá-los a proclamar o Evangelho. Continua a falar ao coração de muitos e concede a quantos aceitaram teu chamado que, animados pelo teu Espírito, respondam com alegria e ofereçam sem reservas a própria vida em favor das crianças, dos surdos e dos jovens mais necessitados, a exemplo do beato Pe. Pavoni. Isto te pedimos confiantes pela intercessão de Maria Imaculada, Mãe e Rainha da nossa Congregação. Amém!

SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL - FMI - "Vem e Segue-Me" é Jesus que chama!

  • Aspirantado "Nossa Senhora do Bom Conselho": Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Orientador dos Aspirantes – Pe. Célio Alex, FMI - Colaborador: Ir. Quelion Rosa, FMI.
  • Aspirantado "Pe. Antônio Federici": Q 21, Casas 71/73 . Setor Leste. CEP 72460-210 - Gama / DF . Telefax: (61) 3385.6786. Orientador dos Aspirantes - Ir. José Roberto, FMI.
  • Comunidade Religiosa "Nossa Senhora do Bom Conselho": SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944. Pastoral Vocacional: Ir. Thiago Cristino, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Basílica de Santo Antônio: Av. Santo Antônio, 2.030 - Bairro Santo Antônio. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3223.3083 (Comunidade Religiosa Pavoniana) / (27) 3223.2160 / 3322.0703 (Basílica de Santo Antônio) . Reitor da Basílica: Pe. Roberto Camillato, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Paróquia São Sebastião: Área Especial 02, praça 02 - Setor Leste. CEP 72460-000 - Gama/DF. Tel.: (61) 34841500 . Fax: (61) 3037.6678. Pároco: Pe. Natal Battezzi, FMI. Pastoral Vocacional: Pe. José Santos Xavier, FMI.
  • Juniorado "Ir. Miguel Pagani": Rua Dias Toledo, 99 - Bairro Vila Paris. CEP 30380-670 - Belo Horizonte / MG. Tel.: (31) 3296.2648. Orientador dos Junioristas - Pe. Claudinei Ramos Pereira, FMI. ***EPAV - Equipe Provincial de Animação Vocacional - Contatos: Ir. Antônio Carlos, Pe. Célio Alex e Pe. Claudinei Pereira, p/ e-mail: vocacional@pavonianos.org.br
  • Noviciado "Maria Imaculada": Rua Bento Gonçalves, 1375 - Bairro Centro. CEP 93001-970 - São Leopoldo / RS . Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.1087. Mestre de Noviços - Pe. Renzo Flório, FMI. Pastoral Vocacional: Ir. Johnson Farias e Ir. Bruno, FMI.
  • Seminário "Bom Pastor" (Aspirantado e Postulantado): Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Orientador do Seminário - Ir. César Thiago do Carmo Alves, FMI.

Associação das Obras Pavonianas de Assistência: servindo as crianças, os surdos e os jovens!

  • Centro Comunitário "Ludovico Pavoni": Rua Barão de Castro Lima, 478 - Bairro: Real Parque - Morumbi. CEP 05685-040. Tel.: (11) 3758.4112 / 3758.9060.
  • Centro de Apoio e Integração dos Surdos (CAIS) - Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Coordenador: Luís Vicente Caixeta
  • Centro de Formação Profissional: Av. Santo Antônio, 1746. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3233.9170. Telefax: (27) 3322.5174. Coordenadora: Sra. Rosilene, Leiga Associada da Família Pavoniana
  • Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL-LP) SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944 . Diretor: Pe. José Rinaldi, FMI
  • Centro Medianeira: Rua Florêncio Câmara, 409 - Centro. CEP 93010-220 - São Leopoldo/RS. Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.2797 / 3589.6874. Diretor: Pe. Renzo Flório, FMI
  • Colégio São José: Praça Dom Otávio, 270 - Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG - Caixa Postal: 149. Tel.: (35) 3423.5588 / 3423.8603 / 34238562. Fax: (35) 3422.1054. Cursinho Positivo: (35) 3423. 5229. Diretor: Prof. Giovani, Leigo Associado da Família Pavoniana
  • Escola Gráfica Profissional "Delfim Moreira" Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Diretor: Pe. Nelson Ned de Paula e Silva, FMI.
  • Obra Social "Ludovico Pavoni" - Quadra 21, Lotes 71/72 - Gama Leste/DF. CEP 72460-210. Tel.: (61) 3385.6786. Coordenador: Sra. Sueli
  • Obra Social "Ludovico Pavoni": Rua Monsenhor Umbelino, 424 - Centro. CEP 37110-000 - Elói Mendes/MG. Telefax: (35) 3264.1256 . Coordenadora: Sra. Andréia Mendes, Leiga Associada da Família Pavoniana.
  • Obra Social “Padre Agnaldo” e Pólo Educativo “Pe. Pavoni”: Rua Dias Toledo, 99 - Vila Paris. CEP 30380-670 – Belo Horizonte/MG. Tels.: (31) 3344.1800 - 3297.4962 - 0800.7270487 - Fax: (31) 3344.2373. Diretor: Pe. André Callegari, FMI.

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Quem sou eu?

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Bréscia, Italy
Sou fundador da Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, conhecida popularmente como RELIGIOSOS PAVONIANOS. Nasci na Itália no dia 11 de setembro de 1784 numa cidade chamada Bréscia. Senti o chamado de Deus para ir ao encontro das crianças e jovens que, por ocasião da guerra, ficaram órfãos, espalhados pelas ruas com fome, frio e sem ter o que fazer... e o pior, sem nenhuma perspectiva de futuro. Então decidi ajudá-los. Chamei-os para o meu Oratório (um lugar onde nos reuníamos para rezar e brincar) e depois ensinei-os a arte da marcenaria, serralheria, tipografia (fabricar livros), escultura, pintura... e muitas outras coisas. Graças a Deus tudo se encaminhou bem, pois Ele caminhava comigo, conforme prometera. Depois chamei colaboradores para dar continuidade àquilo que havia iniciado. Bem, como você pode perceber a minha história é bem longa... Se você também quer me ajudar entre em contato. Os meus amigos PAVONIANOS estarão de portas abertas para recebê-lo em nossa FAMÍLIA.