domingo, 14 de junho de 2009

Pe. Graziano Stablum: 40 anos de ordenação presbiteral!


Saudações Irm@!
A Família Pavoniana de São Leopoldo, comunidade religiosa e leigos(as), no dia 07 de junho de 2009, celebrou os 40 anos de ordenação sacerdotal do pe. Graziano. O momento foi marcado pela emoção do homenageado ao partilhar com toda a Congregação esse momento importante da sua vocação, na fidelidade ao seguimento de Cristo quando deixou para trás pátria e família, para ter aqui no amado Brasil um novo aconchego e construir uma nova pátria e uma nova família composta por jovens, surdos e crianças em situação de risco social.
Estiveram presentes os educadores do Centro Medianeira e o Colégio São Luís, a primeira entidade está sob a direção dos Religiosos Pavonianos e noviços com trabalhos pedagógicos vários nas áreas mais pobres da cidade de São Leopoldo (RS); já a segunda esteve por um bom tempo sob a direção dos Religiosos Pavonianos, porém atualmente são os leigos ligados ao Carisma e Missão pavonianos que gerem a obra, além das demais pessoas convidadas.
Pe. Graziano Stablum é sacerdote pavoniano e mestre dos noviços.
Pe. Graziano, aqui demonstramos nossa alegria pelo seu SIM diário e uma gratidão especial ao Bom Deus pelo DOM da sua vocação. Parabéns!
Ir. Johnson F. Marques, FMI
Comunidade de São Leopoldo, RS
Depoimento
Pe. Graziano, religioso pavoniano, nasceu em Cles – Trento, região montanhosa da Itália e, no inverno, bastante coberta pela neve. Era o filho mais velho e único homem entre três irmãs. Perdeu o pai muito cedo e por esta razão sabia que, crescendo teria que ajudar a mãe no sustento da família, que enfrentava dificuldades financeiras. Para se preparar melhor para o futuro profissional e por necessidade, buscou um Instituto Pavoniano, onde ficou internado e lá, no convívio com os Religiosos Pavonianos, sua vocação, que já tinha se manifestado sutilmente, no início da adolescência, tomou força e foi se consolidando, apesar da preocupação de ter que ajudar a família. A mãe, cristã generosa, quando soube do desejo do filho de se tornar sacerdote, consentiu e, sem dúvida, com sofrimento silencioso, sempre o acompanhou com orações. Em 07 de junho de 1969 recebeu o ministério presbiterial. Após quatro anos de exercício sacerdotal, na Itália, foi destinado para atuar em Brasília, junto aos deficientes auditivos, no CEAL-LP (Centro Educacional de Audição e Linguagem Ludovico Pavoni).
O Pe Graziano veio muito jovem para o Brasil. Tinha apenas trinta e três anos de idade. Por longo dezessete anos, deu o melhor de si, no CEAL-LP. Em novembro de 1990, a Comunidade Pavoniana de São Leopoldo foi agraciada com a presença e o trabalho do Pe. Graziano, como diretor do Colégio São Luís, depois, no final de 1995, tornou-se também diretor do Centro Medianeira. No ano 2000 foi-lhe confiada também a missão de Mestre dos noviços, trabalho que realiza até hoje.
Somados os dezessete anos vividos na Comunidade de Brasília, mais os dezenove vividos em São Leopoldo, ultrapassam o número de anos vividos na Itália. Portanto, o Pe. Graziano é mais brasileiro que italiano; é mais “nosso” que de sua terra natal. Os serviços aqui prestados e os elos de amizade que aqui construiu o tornam “o nosso querido Pe Graziano”, o qual, com carinho, o PARABENIZAMOS pelos seus 40 ANOS DE SACERDÓCIO!


Por Lídia Gava, Associada da Família Pavoniana
de São Leopoldo, RS

sexta-feira, 12 de junho de 2009

As quatro colunas da Comunidade Cristã

Frei Carlos Mesters

Como deve ser uma comunidade para que seja sinal da vida nova trazida por Jesus? O Novo Testamento traz vários modelos. Nos Atos dos Apóstolos Lucas propõe um modelo de quatro ou pontos ou básicos quando diz: Eles perseveravam no ensinamento dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações (At 2,42). Eis as quatro colunas:

1ª Coluna: O ensinamento dos apóstolos: o novo quadro de referências

O ensinamento dos apóstolos é a nova interpretação da vida e da Bíblia a partir da experiência da ressurreição. Os primeiros cristãos tiveram a coragem de romper com o ensina­mento dos escribas, os doutores da época, e seguiam agora o testemunho dos apóstolos que eram considerados pessoas sem instrução (At 4,13). Eles consideravam a palavra dos apóstolos como palavra de Deus (1Tes 2,13). Ampliaram o conceito de Palavra de Deus!

A autoridade dos apóstolos não vinha da tradição ou da raça, nem do poder ou da força, nem de algum curso ou diploma, mas sim dos sinais realizados na comunidade (At 2,43; 4,33; 5,12.15-16), e das "ordens" dadas por Jesus ressuscitado: a Madalena, aos doze apóstolos, aos 120 discípulos, às mulheres, à multidão no Monte das Oliveiras (Mt 28,18-20; Mc 16,15; Lc 24,44-49; Jo 20,23; 21,17). No exercício desta autoridade, os apóstolos eram questionados pela comunidade (Gl 2,11-14; At 11,3) e deviam prestar conta (At 11,4-18).

2ª Coluna: A comunhão: o novo ideal da vida comunitária.

A comunhão indica a atitude de quem não se considera dono do que possui, mas tem a coragem de partilhá-lo com os outros (Rm 15,26; 2 Cor 9,13; Fm 6 e 17). Os primeiros cristãos colocavam tudo em comum a ponto de não haver mais necessitados entre eles (At 2,44-45; 4,32.34-35). Assim, cumpriam a Lei de Deus que diz: "Entre vocês não pode haver pobre!" (Dt 15,4).

O ideal da comunhão era chegar a uma partilha não só dos bens, mas também dos sentimentos e da experiência de vida, a ponto de todos se tornarem um só coração e uma só alma (At 4,32; 1,14; 2,46), a uma convivência sem segredos (Jo 15,15) que supera as barreiras provenientes de religião, classe, sexo e raça (cf Gl 3,28; Cl 3,11; 1 Cor 12,13).

3ª Coluna: A fração do pão: a nova fonte da vida comunitária.

A expressão fração do pão vem das refeições judaicas, onde o pai partilhava o pão com os filhos e com aqueles que não tinham o que comer. Para os primeiros cristãos a expressão lembrava as muitas vezes que Jesus tinha partilhado o pão com os discípulos e com os pobres (Jo 6,11). Lembrava o gesto que abriu os olhos dos discípulos para a presença viva de Jesus (Lc 24,30-35); o gesto do "amor até o fim" (Jo 13,1), a eucaristia, "a comunhão com o sangue e o corpo de Cristo" (1Cor 10,16), a Páscoa do Senhor (1Cor 11, 23-27), a memória da sua morte e ressurreição (1Cor 11,26) que garante a vida aos que se doam pelos outros.

A fração do pão era feita não na majestade do templo, mas sim nas casas (At 2,46; 20,7), o lugar da liturgia "em Espírito e Verdade" (Jo 4,23). Muitas vezes, porém, a realidade ficava abaixo do ideal. Paulo critica os abusos que ocorriam na comunidade de Corinto durante a Ceia do Senhor (1Cor 11,18-22.29-34).

4ª Coluna: As orações: o novo ambiente da vida comunitária.

Através da Oração, os cristãos permaneciam unidos entre si e a Deus (At 5,12b), e se fortaleciam na hora das perseguições (At 4,23-31). Faziam como Jesus que, pela oração, enfrentava a tentação (Mc 14,32). Quando perseguidos, eles rezavam os salmos e reliam o Antigo Testamento, provocando um novo Pentecostes (At 4,27-31). Os apóstolos tinham uma dupla tarefa: "permanecer assíduos à Oração e ao ministério da Palavra” (At 6,4). A Bíblia (a Palavra) era não só luz, mas também fonte de força.

Apesar de seguirem uma doutrina diferente da tradicional, os cristãos não rompiam com os costumes da piedade do povo, mas continuavam freqüentando o Templo (At 2,46). Eles eram conhecidos como o grupo que se reunia no pórtico de Salomão (At 5,12). Tinham a simpatia do povo (At 2,47).

Uma comunidade, cuja vida é marcada por estas quatro colunas, torna-se necessariamente missionária. Torna-se uma "cidade situada no alto da montanha" (Mt 5,14). Sua luz é visível em toda a região. Ela começa a irradiar a Boa Nova. Quanto mais fiel, tanto maior a irradiação! De fato, eles tinham a simpatia do povo (At 2,47; 4,33; 5,13), e os sinais e prodígios realizados pelos Apóstolos atraíam o povo e faziam crescer a comunidade (At 2,43.47; 4,33; 5,14-16). Realmente, a melhor maneira de evangelizar é viver em comunidade. Até hoje é assim! Nada melhor que viver em Comunidade Eclesial de Base! extraído: http://www.gilvander.org.br/testosFCM/TextoFCM008.htm

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O Superior geral

Caríssimos irmãos e leigos da Família pavoniana,
desejo retomar a reflexão sobre o novo texto da Regra de Vida que já foi entregue ou que o será proximamente nas nossas comunidades. Foi ou será uma ocasião muito importante, sobre a qual vale a pena deter-se, colocando-nos dentro do tema deste ano comunidade unida, escolhido à luz do Documento capitular.
Alguém poderá objetar que, no fundo, a Regra de Vida é ainda a mesma e que, em consequência, o novo texto não assume relevância particular para a nossa realidade. Se considerarmos assim esta passagem, tudo continuará como antes. Mas se nesta passagem percebermos um momento da graça de Deus, a entrega da Regra de Vida pode realmente vir a ser um dom e um incentivo para um salto de qualidade na nossa vida pessoal e comunitária.
O novo texto foi retocado em algumas partes e, sobretudo, foi enriquecido com um capítulo inicial, sobre o espírito pavoniano, que é a chave interpretativa de toda a Regra de Vida. Este enriquecimento illumina os estímulos que nos vêm do Documento capitular e que nos ajuda a receber a Regra de Vida como o projeto sobre o qual continuamos a dar a nossa resposta ao Senhor. Hoje, o Senhor nos pede, como pessoas e como comunidades, como Congregação e como Família pavoniana, viver o ideal encarnado pelo beato Padre Fundador segundo as exigências autênticas dos tempos e dos lugares nos quais nos encontramos.
Aspecto tradicional, aspecto flutuante, aspecto autêntico.
Com o Concílio Vaticano II (1962-1965) o Espírito do Senhor indicou para a Igreja um percurso de renovação, para testemunhar eficazmente o evangelho de Cristo para o mundo de hoje. Também a vida religiosa e, nela, a nossa Congregação inseriram-se neste processo de renovação, que pode ser descrito em três momentos:
1 – manter e evidenciar tudo aquilo que na tradição existe de substancial e positivo; 2 – abandonar o que não é mais válido e oportuno; 3 – assumir as novidades que permitem encarnar de modo mais autêntico e adequado o carisma fundacional.
Este processo não está ainda concluído. Ao realizá-lo, somos solicitados a fazer a nossa parte de modo eficaz e correto para chegarmos à meta que o Espírito de Deus nos propõe.
Ao mesmo tempo que somos orientados a abandonar um aspecto tradicional da vida religiosa, somos encaminhados a assumir um aspecto autêntico da mesma. O nosso empenho atual é o de continuar a tender com decisão e com esperança para esta meta, superando todas as insuficiências e as ambiguidades de um aspecto flutuante, que caracteriza este processo.
O direcionamento autêntico vai na lógica da fidelidade criativa. Esta exige partir de Cristo, colocá-lo novamente no centro da vida pessoal e da vida comunitária. Não somos religiosos para, antes de tudo, nos realizarmos pessoalmente ou para conseguirmos uma maior eficácia apostólica. Somos religiosos para Cristo, porque descobrimos o seu amor, porque respondemos ao seu chamado, porque acolhemos a graça extraordinária da vocação ao amor na castidade consagrada, na pobreza evangélica e na obediência filial, porque estamos dispostos a testemunhar-lo e a servir-lo, em comunhão com os irmãos, como e onde ele pede.
Comunidade unida, para testemunhar Cristo e a sua predileção pelos pequenos
No centro da nossa vida está Cristo e está a comunidade. Este é o aspecto autêntico da vida consagrada.
No centro, antes de tudo, está Cristo. Isto significa e comporta o primado da vida “espiritual”, isto é, do cuidado da vida interior, da relação com Deus, da experiência de Deus. Sem este primado, sem dar ao Senhor o coração e o tempo como nos indica a Regra de Vida, somos “como bronze que soa ou como um címbalo que tine” (1 Cor 13, 1).
No centro, depois, está a comunidade. O primado da vida interior e do amor a Cristo nós o manifestamos como comunidade. Antes de tudo, somos comunidade unida em torno a Cristo. Expressamos esta unidade no espírito do Evangelho e com as modalidades contidas na Regra de Vida, no Documento capitular e nos outros textos que interpretam e especificam estes documentos.
Se estamos realmente unidos em Cristo, seremos capazes também de vivenciar verdadeiras relações humanas e fraternas.
Se estamos realmente unidos em Cristo, não poderemos deixar de testemunhá-lo na comunhão de vida e na generosa dedicação à missão, vivida como expressão do carisma comunitário.
A vida concreta de comunidade se é, antes de tudo, lugar de autêntico testemunho vocacional, torna-se também, por consequência, lugar de eficácia apostólica. E a comunidade é lugar de autêntico testemunho vocacional, se na sua base e no seu centro estiverem o amor por Cristo e pelo seu evangelho, a fidelidade aos conselhos evangélicos, o espírito e o carisma da Congregação e o discernimento comum dos sinais dos tempos.
Deste modo, a comunidade pavoniana torna-se testemunha de Cristo, testemunha da sua predileção pelos pequenos; torna-se capaz de levar Cristo aos adolescentes e jovens de hoje, especialmente àqueles que se encontram em maior necessidade, com o coração e com a criatividade de padre Ludovico Pavoni.
Acolher a nova Regra de Vida, meditando-a com assiduidade, e praticar o Documento capitular significa colocarmo-nos todos na perspectiva deste caminho de empenho e de esperança, com os nossos limites, mas também com as nossas potencialidades e com tanta confiança em Deus e na sua Providência.
Na solenidade do Coração de Jesus (19 de junho) damos início ao “ano sacerdotal”
Com o mês de junho retomamos na liturgia o tempo comum, no qual o mistério de Cristo é celebrado “na sua globalidade”. E nós somos inseridos no mistério de Cristo, que ilumina, dá sentido e sustenta o nosso caminho cotidiano. Caminhemos dóceis ao Espírito do Senhor, infundido sobre a Igreja e sobre o mundo na solenidade de Pentecostes apenas celebrada.
Acabamos de celebrar também a festa litúrgica do nosso beato Padre Fundador. Ludovico Pavoni, “que amamos e veneramos como pai e mestre… é para nós testemunha do amor paterno de Deus e proposta evangélica concreta” (RV 1). Ele nos convida a imitar Jesus Cristo, “de modo especial na virtudes íntimas do seu Coração divino e no seu amor apaixonado pelos pequenos e pelos pobres” (RV 2).
Com estas referências nos preparamos para celebrar, neste mês, a solenidade do Coração de Jesus (19 de junho), dando início a um especial “ano sacerdotal”, proclamado pelo Papa Bento XVI.
Procuraremos caracterizar da melhor maneira possível este ano, que colocamos sob a proteção do Coração de Maria (20 de junho), dentro da programação que nos vem do Documento capitular.
Entre os compromissos deste mês de junho, junto à memória de São Barnabé (11 de junho), assinalo:
- de 21 a 27: experiência de espiritualidade e de solidariedade, em Lourdes, para um grupo de adolescentes, promovida pela pastoral juvenil e vocacional da Itália; - 27 e 28: assembleia da Família pavoniana, em Lonigo; - 30 de junho a 2 de julho: reunião do Conselho geral, em Tradate. Saúdo a todos cordialmente e desejo que todos acolham o convite do apóstolo Paulo para caminhar segundo o Espírito (cf. Gl 5, 16.25).
pe. Lorenzo Agosti
Tradate, 1° de junho de 2009, memória de S. Justino, mártir.

Oração Vocacional Pavoniana

Oração Vocacional Pavoniana
Divino Mestre Jesus, ao anunciar o Reino do Pai escolheste discípulos e missionários dispostos a seguir-te em tudo; quiseste que ficassem contigo numa prolongada vivência do “espírito de família” a fim de prepará-los para serem tuas testemunhas e enviá-los a proclamar o Evangelho. Continua a falar ao coração de muitos e concede a quantos aceitaram teu chamado que, animados pelo teu Espírito, respondam com alegria e ofereçam sem reservas a própria vida em favor das crianças, dos surdos e dos jovens mais necessitados, a exemplo do beato Pe. Pavoni. Isto te pedimos confiantes pela intercessão de Maria Imaculada, Mãe e Rainha da nossa Congregação. Amém!

SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL - FMI - "Vem e Segue-Me" é Jesus que chama!

  • Aspirantado "Nossa Senhora do Bom Conselho": Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Orientador dos Aspirantes – Pe. Célio Alex, FMI - Colaborador: Ir. Quelion Rosa, FMI.
  • Aspirantado "Pe. Antônio Federici": Q 21, Casas 71/73 . Setor Leste. CEP 72460-210 - Gama / DF . Telefax: (61) 3385.6786. Orientador dos Aspirantes - Ir. José Roberto, FMI.
  • Comunidade Religiosa "Nossa Senhora do Bom Conselho": SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944. Pastoral Vocacional: Ir. Thiago Cristino, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Basílica de Santo Antônio: Av. Santo Antônio, 2.030 - Bairro Santo Antônio. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3223.3083 (Comunidade Religiosa Pavoniana) / (27) 3223.2160 / 3322.0703 (Basílica de Santo Antônio) . Reitor da Basílica: Pe. Roberto Camillato, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Paróquia São Sebastião: Área Especial 02, praça 02 - Setor Leste. CEP 72460-000 - Gama/DF. Tel.: (61) 34841500 . Fax: (61) 3037.6678. Pároco: Pe. Natal Battezzi, FMI. Pastoral Vocacional: Pe. José Santos Xavier, FMI.
  • Juniorado "Ir. Miguel Pagani": Rua Dias Toledo, 99 - Bairro Vila Paris. CEP 30380-670 - Belo Horizonte / MG. Tel.: (31) 3296.2648. Orientador dos Junioristas - Pe. Claudinei Ramos Pereira, FMI. ***EPAV - Equipe Provincial de Animação Vocacional - Contatos: Ir. Antônio Carlos, Pe. Célio Alex e Pe. Claudinei Pereira, p/ e-mail: vocacional@pavonianos.org.br
  • Noviciado "Maria Imaculada": Rua Bento Gonçalves, 1375 - Bairro Centro. CEP 93001-970 - São Leopoldo / RS . Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.1087. Mestre de Noviços - Pe. Renzo Flório, FMI. Pastoral Vocacional: Ir. Johnson Farias e Ir. Bruno, FMI.
  • Seminário "Bom Pastor" (Aspirantado e Postulantado): Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Orientador do Seminário - Ir. César Thiago do Carmo Alves, FMI.

Associação das Obras Pavonianas de Assistência: servindo as crianças, os surdos e os jovens!

  • Centro Comunitário "Ludovico Pavoni": Rua Barão de Castro Lima, 478 - Bairro: Real Parque - Morumbi. CEP 05685-040. Tel.: (11) 3758.4112 / 3758.9060.
  • Centro de Apoio e Integração dos Surdos (CAIS) - Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Coordenador: Luís Vicente Caixeta
  • Centro de Formação Profissional: Av. Santo Antônio, 1746. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3233.9170. Telefax: (27) 3322.5174. Coordenadora: Sra. Rosilene, Leiga Associada da Família Pavoniana
  • Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL-LP) SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944 . Diretor: Pe. José Rinaldi, FMI
  • Centro Medianeira: Rua Florêncio Câmara, 409 - Centro. CEP 93010-220 - São Leopoldo/RS. Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.2797 / 3589.6874. Diretor: Pe. Renzo Flório, FMI
  • Colégio São José: Praça Dom Otávio, 270 - Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG - Caixa Postal: 149. Tel.: (35) 3423.5588 / 3423.8603 / 34238562. Fax: (35) 3422.1054. Cursinho Positivo: (35) 3423. 5229. Diretor: Prof. Giovani, Leigo Associado da Família Pavoniana
  • Escola Gráfica Profissional "Delfim Moreira" Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Diretor: Pe. Nelson Ned de Paula e Silva, FMI.
  • Obra Social "Ludovico Pavoni" - Quadra 21, Lotes 71/72 - Gama Leste/DF. CEP 72460-210. Tel.: (61) 3385.6786. Coordenador: Sra. Sueli
  • Obra Social "Ludovico Pavoni": Rua Monsenhor Umbelino, 424 - Centro. CEP 37110-000 - Elói Mendes/MG. Telefax: (35) 3264.1256 . Coordenadora: Sra. Andréia Mendes, Leiga Associada da Família Pavoniana.
  • Obra Social “Padre Agnaldo” e Pólo Educativo “Pe. Pavoni”: Rua Dias Toledo, 99 - Vila Paris. CEP 30380-670 – Belo Horizonte/MG. Tels.: (31) 3344.1800 - 3297.4962 - 0800.7270487 - Fax: (31) 3344.2373. Diretor: Pe. André Callegari, FMI.

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Quem sou eu?

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Bréscia, Italy
Sou fundador da Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, conhecida popularmente como RELIGIOSOS PAVONIANOS. Nasci na Itália no dia 11 de setembro de 1784 numa cidade chamada Bréscia. Senti o chamado de Deus para ir ao encontro das crianças e jovens que, por ocasião da guerra, ficaram órfãos, espalhados pelas ruas com fome, frio e sem ter o que fazer... e o pior, sem nenhuma perspectiva de futuro. Então decidi ajudá-los. Chamei-os para o meu Oratório (um lugar onde nos reuníamos para rezar e brincar) e depois ensinei-os a arte da marcenaria, serralheria, tipografia (fabricar livros), escultura, pintura... e muitas outras coisas. Graças a Deus tudo se encaminhou bem, pois Ele caminhava comigo, conforme prometera. Depois chamei colaboradores para dar continuidade àquilo que havia iniciado. Bem, como você pode perceber a minha história é bem longa... Se você também quer me ajudar entre em contato. Os meus amigos PAVONIANOS estarão de portas abertas para recebê-lo em nossa FAMÍLIA.