quinta-feira, 26 de abril de 2012

50 anos do Concílio Vaticano II: Uma referência do tempo




Hoje, o Vaticano II continua sendo uma referência não apenas para os católicos, mas para todos aqueles e aquelas que desejam entender melhor o tempo em que vivem (Foto: Divulgação)
Há 50 anos a Igreja Católica vivia um dos períodos mais importantes de seus mais de dois mil anos de história.  Convocado pelo Papa João XXIII na festa de Natal de 1961, o Concílio Vaticano II era inaugurado no dia 11 de outubro de 1962. Realizado em 4 sessões, foi encerrado em 8 de dezembro de 1965, já sob o pontificado de Paulo VI. 

O que pretendia o adorável e bondoso Papa João ao convocar em tempo recorde um Concílio Ecumênico com mais de 2000 participantes?  Que necessidade pulsava nas entranhas da comunidade eclesial,  fazendo sentir como necessária esta convocação? Por que a tradicional e respeitada Igreja Católica  assumia o risco de abrir suas portas e situar-se sob os holofotes da opinião pública do mundo inteiro? 

Desde Leão XIII,  que em 1891 confessara com dor o distanciamento do catolicismo para com a classe operária, tornava-se sempre mais claro para o governo da Igreja que esse distanciamento se dava em relação ao mundo como um todo. No pontificado do Papa Pio XII (1939-1958) já aconteciam dentro mesmo das fronteiras católicas movimentos de renovação fortes e influentes.  Os mais importantes diziam respeito ao estudo da Bíblia e à liturgia. Brilhante intelectual e agudo observador, Pio XII teve que viver um período conturbado em termos políticos, enfrentando a subida do Nazismo e uma Guerra mundial que esfacelou a Europa. 

Ali se sentiu ainda mais claramente a necessidade imperiosa para a Igreja de reaprender a dialogar com um mundo passado pelo crivo da modernidade, que não se regia mais pelos ditames da religião, mas avançava a passos largos pelos caminhos da secularidade e da autonomia da ciência e da técnica.

Eleito em 1958, João XXIII surpreendeu o mundo ao  recolher todos esses desejos e expectativas e torná-los realidade com a convocação do Concílio. Seu objetivo era repensar e renovar os costumes do povo cristão e adaptar a disciplina eclesiástica às condições do mundo moderno. A palavra italiana aggiornamento (atualização) foi cunhada para expressar o que o Concílio pretendia e os frutos que desejava e perseguia.

Na visão profética de João XXIII, o Concílio seria como “um novo Pentecostes”, ou seja, uma profunda e ampla experiência espiritual que reconstituiria a Igreja Católica não somente como instituição, mas como movimento evangélico dinâmico, feito de abertura e renovação.  Assim começou o processo que resultou no Concílio Vaticano II e que foi como um divisor de águas para a Igreja. “Sopro de inesperada primavera”, em palavras do próprio Papa, foi marcado pela abertura e pelo olhar reconciliado para o mundo e sua complexa realidade. 

Enquanto Concílios anteriores na Igreja tinham como preocupação principal condenar heresias, definir verdades de fé e costumes e corrigir erros que nublavam a clareza da plena verdade, o Vaticano II teve desde o princípio como orientação fundamental a procura de um papel mais positivo e participativo para a fé católica na sociedade, discutindo não apenas definições dogmáticas e teológicas, mas voltando sua atenção igualmente para problemas sociais e econômicos, vendo-os não como ameaças, mas como autênticos desafios pastorais que pediam uma resposta por parte da Igreja. 

Ao definir a especificidade do Concílio que convocava, João XXIII declarou enfaticamente, com força e audácia pastoral, não pretender uma vez mais fazer listas de erros e condenações, como tantas vezes havia acontecido no passado.  Desejava que a Igreja abrisse diante do mundo a beleza e o valor de sua doutrina, usando mais de misericórdia e menos de severidade.  Isto, no seu entender, ia mais ao encontro das necessidades dos tempos atuais e dava à mesma Igreja um rosto mais maternal e acolhedor. 

João XXIII não pretendia revogar nada do depósito da fé que lhe cabia guardar com zelo de pastor.  Mas tampouco desejava corrigir formulações ou proclamar novos dogmas. Sua intenção, ao convocar o Concílio, era que Igreja e Mundo pudessem finalmente dialogar abertamente, para que a mensagem cristã pudesse ser vivida em toda a sua profundidade e vigor. 

Hoje, o Vaticano II continua sendo uma referência não apenas para os católicos,  mas para todos aqueles e aquelas que desejam entender melhor o tempo em que vivem. Celebrar este aniversário é, portanto, de fundamental relevância hoje mais que nunca.

Maria Clara Bingemer é teóloga, professora e decana do Centro de Teologia e Ciências Humanas da PUC-Rio. É autora de diversos livros, entre eles, ¿Un rostro para Dios?, de 2008, e A globalização e os jesuítas, de 2007. Escreveu também vários artigos no campo da Teologia. 




segunda-feira, 16 de abril de 2012

7 anos de Pontificado - Papa Bento XVI




A Igreja no mundo inteiro tem três intenções de oração especiais nos próximos dias. Nesta segunda-feira, 16/04, Bento XVI celebra 85 anos de vida. No dia 19/04, quinta-feira, é o sétimo aniversário de sua eleição para sucessor do Apóstolo Pedro, e o início do pontificado em 24/04, terça-feira.

Em seu editorial semanal, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, da Rádio Vaticano e do Centro Televisivo Vaticano, Padre Federico Lombardi, recordou a expectativa que existia na Igreja há sete anos, quando o cardeal Ratzinger foi eleito papa: “um teólogo que por tanto tempo dirigiu um dicastério tão doutrinal saberia assumir uma tarefa tão diferente: o governo pastoral da Igreja universal”.

“Nestes sete anos, vimos 23 viagens internacionais a 23 países, e 26 viagens na Itália; assistimos 4 Sínodos dos Bispos e 3 Jornadas Mundiais da Juventude; lemos três Encíclicas, inúmeros discursos e atos magisteriais; participamos de um Ano Paulino e de um Ano Sacerdotal. Por fim, vimos o Papa enfrentar com coragem, humildade e determinação – ou seja, com límpido espírito evangélico – situações difíceis como a crise consequente aos abusos sexuais”, avalia Lombardi.

Ele recorda também a produção intelectual do cardeal Ratzinger, com as obras “Jesus de Nazaré” e o livro-entrevista “Luz do mundo”. “Da coerência e da constância de seus ensinamentos, aprendemos sobretudo que a prioridade de seu serviço à Igreja e à humanidade é orientar nossas vidas a Deus”, afirma padre Lombardi, que recorda os próximos eventos importantes da agenda do papa: o Encontro Mundial das Famílias, a visita ao Oriente Médio, o próximo Sínodo da Nova Evangelização e o Ano da Fé.

O porta-voz da Santa Sé também destacou o tom do discurso do papa em seu pontificado, contrário ao relativismo e à indiferença religiosa. “A fé e a razão se ajudam mutuamente na busca da verdade e respondem às expectativas e dúvidas de cada um de nós e de toda a humanidade; que a indiferença a Deus e o relativismo são riscos gravíssimos de nossos tempos. Somos imensamente gratos por tudo isso”.

Na oração do Regina Caeli deste Segundo Domingo da Páscoa, Bento XVI pediu aos fiéis que rezem por ele, para que o Senhor lhe dê as forças necessárias para cumprir a missão. O irmão do papa, Monsenhor George Ratzinger, que vive na Alemanha, está no Vaticano para acompanhar as celebrações destes dias.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Da Homilia sobre a Páscoa, de Melitão de Sardes, bispo




(N.65-71: SCh123,94-100)

(Séc.II)

O Cordeiro imolado libertou-nos da morte para a vida

 Muitas coisas foram preditas pelos profetas sobre o mistério da Páscoa, que é Cristo, a quem
seja dada a glória pelos séculos dos séculos. Amém (Gl 1,5). Ele desceu dos céus à terra para
curar a enfermidade do homem; revestiu-se da nossa natureza no seio da Virgem e se fez
homem; tomou sobre si os sofrimentos do homem enfermo num corpo sujeito ao sofrimento, e
destruiu as paixões da carne; seu espírito, que não pode morrer, matou a morte homicida.

Foi levado como cordeiro e morto como ovelha; libertou-nos das seduções do mundo, como
outrora tirou os israelitas do Egito; salvou-nos da escravidão do demônio, como outrora fez sair
Israel das mãos do faraó; marcou nossas almas como sinal do seu Espírito e os nossos corpos com seu sangue.

Foi ele que venceu a morte e confundiu o demônio, como outrora Moisés ao faraó. Foi ele que
destruiu a iniqüidade e condenou a injustiça à esterilidade, como Moisés ao Egito.

Foi ele que nos fez passar da escravidão para a liberdade, das trevas para a luz, da morte para a
vida, da tirania para o reino sem fim, e fez de nós um sacerdócio novo, um povo eleito para
sempre. Ele é a Páscoa da nossa salvação.

 Foi ele que tomou sobre si os sofrimentos de muitos: foi morto em Abel; amarrado de pés e
mãos em Isaac; exilado de sua terra em Jacó; vendido em José; exposto em Moisés; sacrificado
no cordeiro pascal; perseguido em Davi e ultrajado nos profetas.

Foi ele que se encarnou no seio da Virgem, foi suspenso na cruz, sepultado na terra e,
ressuscitando dos mortos, subiu ao mais alto dos céus.

Foi ele o cordeiro que não abriu a boca, o cordeiro imolado, nascido de Maria, a bela ovelhinha;
retirado do rebanho, foi levado ao matadouro, imolado à tarde e sepultado à noite; ao ser
crucificado, não lhe quebraram osso algum, e ao ser sepultado, não experimentou a corrupção;
mas ressuscitando dos mortos, ressuscitou também a humanidade das profundezas do sepulcro.

terça-feira, 3 de abril de 2012

O Superior geral


Caríssimos irmãos e leigos da Família pavoniana,
estamos na Semana Santa e acabamos de recordar, no domingo de Ramos, o aniversário da santa morte do nosso beato Padre Fundador. A sua figura nos interpela sempre, e este ano de modo particular, sobre a  disponibilidade de seus seguidores, religiosos e leigos, em unir santidade de vida, espírito de família e dedicação apaixonada à causa dos jovens, sobretudo dos que têm maior necessidade.
O passo fundamental que nos induziu a seguir Cristo nas pegadas de pe. Pavoni certamente foi e, também não pode deixar de ser, ainda hoje, para cada um de nós, aquela mesma experiência que ele viveu e que nos testemunhou em um famoso texto que todos conhecemos, em que está contida a expressão doces atrativos.

“Os doces atrativos” e “os doces vínculos”.

Foram estes os doces atrativos com que o Senhor quis me chamar da tranquilidade de minha casa paterna e animar-me à voluntária oblação de todo o meu ser que fiz com tão grande prazer em vantagem de um bem público tão importante.”
Este texto, inserido há dez anos no ofício das leituras da festa litúrgica do Fundador, revela-nos o seu coração, o sentido da sua vocação, a densidade da entrega de todo o seu ser a Deus e aos jovens que cuidou. Este texto, além de nos revelar o núcleo carismático que caracterizou a vida  e a obra de pe. Pavoni, apresenta-nos também as referências essenciais da nossa vocação e da nossa missão.
* No início está o chamado de Deus. Tanto para os leigos da Família pavoniana quanto, sobretudo, para nós religiosos, o ser envolvidos pelo carisma da Congregação foi e é causado e motivado pela fé em Deus e pela nossa resposta a um apelo seu. Se faltar ou se enfraquecer esta referência fundamental, nos tornamos como bronze que soa ou como címbalo que tine (1 Cor 13,1), para nos reportar ao que s. Paulo refere à caridade evangélica. Seremos agentes de uma empresa ou de uma causa mesmo nobre, talvez, mas caraterizada por aqueles traços que o nosso Fundador condena fortemente em uma carta a Domingos Guccini, afirmando consegue-se muito mais com um mínimo de espírito de caridade cristã que une os nossos corações… do que com o espírito fraquíssimo de uma decantada filantropia mal sustentada (Carta 18).
* Para nós religiosos, o chamado de Deus implica a consagração da vida a ele com os conselhos evangélicos da castidade perfeita no celibato (Regra de Vida – RV - 46), da pobreza que nos faz sentir a necessidade de Deus (RV 69) e da obediência filial (RV 97). Uma escolha tão comprometedora não está ao alcance de recursos exclusivamente humanos (RV 27). É possível cumpri-la e é possível perseverar nela por um dom de Deus, confiando na sua graça e considerando sempre sua beleza e valor. Dia a dia, com o auxílio de Deus, é necessário confirmá-la, crescendo na maturidade humana, afetiva e espiritual. Dia a dia, diante das provocações e das provas da vida, é necessário reforçar as motivações da nossa vocação, acolhendo-a e experimentando-a como uma resposta de amor ao amor de Deus e como uma escolha de grande significado e valor para a missão a que somos chamados.
* O chamado à missão comporta um deixar e um acolher. Há um deixar para dedicar-se. Deixar uma vida tranquila, para uma doação voluntária de si. Mas, trata-se de uma dedicação que, antes de ser decisão da vontade, nasce de um contexto de doces atrativos. Há uma palavra e um exemplo do Mestre que nos marca e convence: Quem acolhe em meu nome uma criança como esta, é a mim que acolhe (Mt 18,5). Há a realidade de uma situação juvenil que nos preocupa e que pede atenção, compreensão e ajuda. Acompanhar os jovens em seu crescimento e em sua formação é uma missão de absoluta importância para o futuro deles e é um serviço de grande dignidade para a Igreja e para a sociedade. É este o bem alheio do qual fala pe. Pavoni e do qual nós ainda hoje nos sentimos responsáveis.    
* Os doces atrativos indicam um enfoque educativo de grande respeito e amor para com os jovens.  Pe. Pavoni, partindo desta intuição e da experiência que a concretizou, elaborou um sistema de educação que está na base de um projeto educativo que a Congregação realizou e transmitiu e que hoje cabe a nós acolher, atualizar e pôr em prática. A aproximação aos jovens (mais tempo junto deles e menos tempo dedicado às práticas burocráticas e ao computador), testemunho, acompanhamento feito de amor e de firmeza, atenção à pessoa e animação de grupo, contexto familiar, preparação para o futuro dos jovens privilegiando o âmbito profissional, confiança  e esperança em seu êxito, proposta de uma formação global que encontra sua culminância na educação à fé: são estes os principais eixos do projeto educativo pavoniano.
* … Deus queira que os mesmos doces vínculos unam também os vossos corações em santa harmonia, a fim de sustentar, de comum acordo, uma obra tão difícil.
Assim conclui pe. Pavoni o parágrafo que contem a expressão doces atrativos. Ele nos lembra como é determinante agir de comum acordo no campo educativo. Também é necessário caminhar em santa harmonia, pelo fato que o compromisso deste campo não é fácil. Para alcançar os resultados positivos e para um testemunho eficaz, são exigidas capacidade de sintonia e partilha de critérios, bem como relações cordiais. O que não é automático nem simples. Mas, aqui se demonstram a qualidade dos nossos valores humanos, a vontade de conhecimento e de acolhimento dos ideais pavonianos e o espírito de fé como nossa referência.
Os doces atrativos e os doces vínculos, que pe. Pavoni nos apresenta, qualificam a nossa identidade de pavonianos (religiosos e leigos) e são um constante desafio para cada comunidade e para a nossa missão  educativa. A nós cabe acolhê-la com toda a nossa responsabilidade e confiando na ajuda de Deus.

14 de abril: decênio da beatificação de padre Ludovico Pavoni.

Sábato, dia 14 de abril,  por ocasião do decênio da beatificação do Padre Fundador, convido todas as comunidades a viver um dia de ação de graças por este dom feito à Família pavoniana e à Igreja, distinguindo-o em particular pela celebração da eucaristia e evidenciando eventualmente algum outro momento. Seja uma ocasião em que saibamos envolver os que estão perto de nós, testemunhando a nossa fé no Senhor, o sentido vivo de pertença à Igreja e a nossa paixão educativa e apostólica, à luz da santidade do beato Ludovico Pavoni.
Aproveitemos esta ocasião para fazer com que as nossas comunidades se apresentem e se façam conhecer não somente como centros de atividades em favor especialmente dos jovens, mas também e, sobretudo, como centros de espiritualidade, de irradiação do nosso carisma espiritual e evangélico, que dá suporte às iniciativas educativas e apostólicas que qualificam a nossa missão. A revolução copernicana que estou desejando há alguns anos compreende também este passo, que considero de importância vital para o nosso futuro. Aqui está, para as nossas comunidades, a capacidade de atração dos jovens e leigos para partilharem o nosso carisma. Está aqui o coração, o  núcleo mais profundo da Famìlia pavoniana.

Tríduo e tempo pascal.

Em torno ao dia 14 de abril, em Bréscia, serão realizados dois momentos significativos: na noite de sexta-feira, dia 13 (às 20h30, na Casa Foresti) a apresentação do livro sobre o bicentenário do oratório fundado por pe. Pavoni em 1812, escrito pelo prof. Gianfranco Grasselli, a quem agradeço de coração; e, domingo, dia 15, a presença do bispo, mons. Luciano Monari, que presidirá a concelebração eucarística, às 11h, na  nossa igreja de S. Maria Imaculada.
Continuará a experiência da Páscoa juvenil: em Lonigo e em Valladolid, de 5 a 8 de abril.
De 16 a 27 de abril, estarei em visita às comunidades da Espanha, onde, em Valladolid, sábado 21, durante a XX Assembleia da Família pavoniana, serão recordados os 50 anos da presença da Congregação na Espanha, com a participação do arcebispo, mons. Ricardo Blásquez Pérez.
Sexta-feira, dia 4 de maio, em Bréscia, haverá a terceira edição do “GIO-FEST PAVONI”, para todos os jovens das nossas instituições educativas da Itália.
Domingo, dia 29, IV de Páscoa, é o Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Preparemo-nos para celebrá-lo, valorizando a semana precedente como semana eucarística, caracterizada pela oração ao Senhor da messe, para que mande operários para a sua messe! (Mt 9,38).
No limiar da Páscoa do Senhor nos acompanhe o seguinte conselho do papa s. Leão Magno: Façamos de tudo para que as atividades da vida presente não criem em nós excesso de ansiedade ou excesso de presunção, até o ponto de anular o compromisso de nos conformarmos com nosso Redentor, na imitação de seus exemplos.
Desejo a todos uma boa Páscoa no Senhor crucificado e ressuscitado!

pe. Lorenzo Agosti

Tradate, 2 de abril de 2012.

Oração Vocacional Pavoniana

Oração Vocacional Pavoniana
Divino Mestre Jesus, ao anunciar o Reino do Pai escolheste discípulos e missionários dispostos a seguir-te em tudo; quiseste que ficassem contigo numa prolongada vivência do “espírito de família” a fim de prepará-los para serem tuas testemunhas e enviá-los a proclamar o Evangelho. Continua a falar ao coração de muitos e concede a quantos aceitaram teu chamado que, animados pelo teu Espírito, respondam com alegria e ofereçam sem reservas a própria vida em favor das crianças, dos surdos e dos jovens mais necessitados, a exemplo do beato Pe. Pavoni. Isto te pedimos confiantes pela intercessão de Maria Imaculada, Mãe e Rainha da nossa Congregação. Amém!

SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL - FMI - "Vem e Segue-Me" é Jesus que chama!

  • Aspirantado "Nossa Senhora do Bom Conselho": Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Orientador dos Aspirantes – Pe. Célio Alex, FMI - Colaborador: Ir. Quelion Rosa, FMI.
  • Aspirantado "Pe. Antônio Federici": Q 21, Casas 71/73 . Setor Leste. CEP 72460-210 - Gama / DF . Telefax: (61) 3385.6786. Orientador dos Aspirantes - Ir. José Roberto, FMI.
  • Comunidade Religiosa "Nossa Senhora do Bom Conselho": SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944. Pastoral Vocacional: Ir. Thiago Cristino, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Basílica de Santo Antônio: Av. Santo Antônio, 2.030 - Bairro Santo Antônio. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3223.3083 (Comunidade Religiosa Pavoniana) / (27) 3223.2160 / 3322.0703 (Basílica de Santo Antônio) . Reitor da Basílica: Pe. Roberto Camillato, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Paróquia São Sebastião: Área Especial 02, praça 02 - Setor Leste. CEP 72460-000 - Gama/DF. Tel.: (61) 34841500 . Fax: (61) 3037.6678. Pároco: Pe. Natal Battezzi, FMI. Pastoral Vocacional: Pe. José Santos Xavier, FMI.
  • Juniorado "Ir. Miguel Pagani": Rua Dias Toledo, 99 - Bairro Vila Paris. CEP 30380-670 - Belo Horizonte / MG. Tel.: (31) 3296.2648. Orientador dos Junioristas - Pe. Claudinei Ramos Pereira, FMI. ***EPAV - Equipe Provincial de Animação Vocacional - Contatos: Ir. Antônio Carlos, Pe. Célio Alex e Pe. Claudinei Pereira, p/ e-mail: vocacional@pavonianos.org.br
  • Noviciado "Maria Imaculada": Rua Bento Gonçalves, 1375 - Bairro Centro. CEP 93001-970 - São Leopoldo / RS . Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.1087. Mestre de Noviços - Pe. Renzo Flório, FMI. Pastoral Vocacional: Ir. Johnson Farias e Ir. Bruno, FMI.
  • Seminário "Bom Pastor" (Aspirantado e Postulantado): Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Orientador do Seminário - Ir. César Thiago do Carmo Alves, FMI.

Associação das Obras Pavonianas de Assistência: servindo as crianças, os surdos e os jovens!

  • Centro Comunitário "Ludovico Pavoni": Rua Barão de Castro Lima, 478 - Bairro: Real Parque - Morumbi. CEP 05685-040. Tel.: (11) 3758.4112 / 3758.9060.
  • Centro de Apoio e Integração dos Surdos (CAIS) - Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Coordenador: Luís Vicente Caixeta
  • Centro de Formação Profissional: Av. Santo Antônio, 1746. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3233.9170. Telefax: (27) 3322.5174. Coordenadora: Sra. Rosilene, Leiga Associada da Família Pavoniana
  • Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL-LP) SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944 . Diretor: Pe. José Rinaldi, FMI
  • Centro Medianeira: Rua Florêncio Câmara, 409 - Centro. CEP 93010-220 - São Leopoldo/RS. Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.2797 / 3589.6874. Diretor: Pe. Renzo Flório, FMI
  • Colégio São José: Praça Dom Otávio, 270 - Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG - Caixa Postal: 149. Tel.: (35) 3423.5588 / 3423.8603 / 34238562. Fax: (35) 3422.1054. Cursinho Positivo: (35) 3423. 5229. Diretor: Prof. Giovani, Leigo Associado da Família Pavoniana
  • Escola Gráfica Profissional "Delfim Moreira" Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Diretor: Pe. Nelson Ned de Paula e Silva, FMI.
  • Obra Social "Ludovico Pavoni" - Quadra 21, Lotes 71/72 - Gama Leste/DF. CEP 72460-210. Tel.: (61) 3385.6786. Coordenador: Sra. Sueli
  • Obra Social "Ludovico Pavoni": Rua Monsenhor Umbelino, 424 - Centro. CEP 37110-000 - Elói Mendes/MG. Telefax: (35) 3264.1256 . Coordenadora: Sra. Andréia Mendes, Leiga Associada da Família Pavoniana.
  • Obra Social “Padre Agnaldo” e Pólo Educativo “Pe. Pavoni”: Rua Dias Toledo, 99 - Vila Paris. CEP 30380-670 – Belo Horizonte/MG. Tels.: (31) 3344.1800 - 3297.4962 - 0800.7270487 - Fax: (31) 3344.2373. Diretor: Pe. André Callegari, FMI.

Total de visualizações de página

Vídeos Pavonianos

Loading...

Quem sou eu?

Minha foto
Bréscia, Italy
Sou fundador da Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, conhecida popularmente como RELIGIOSOS PAVONIANOS. Nasci na Itália no dia 11 de setembro de 1784 numa cidade chamada Bréscia. Senti o chamado de Deus para ir ao encontro das crianças e jovens que, por ocasião da guerra, ficaram órfãos, espalhados pelas ruas com fome, frio e sem ter o que fazer... e o pior, sem nenhuma perspectiva de futuro. Então decidi ajudá-los. Chamei-os para o meu Oratório (um lugar onde nos reuníamos para rezar e brincar) e depois ensinei-os a arte da marcenaria, serralheria, tipografia (fabricar livros), escultura, pintura... e muitas outras coisas. Graças a Deus tudo se encaminhou bem, pois Ele caminhava comigo, conforme prometera. Depois chamei colaboradores para dar continuidade àquilo que havia iniciado. Bem, como você pode perceber a minha história é bem longa... Se você também quer me ajudar entre em contato. Os meus amigos PAVONIANOS estarão de portas abertas para recebê-lo em nossa FAMÍLIA.