terça-feira, 8 de maio de 2012

Vida feita DOM: um dia era órfão, agora me tornei pai deles!


Chamo-me padre Mihreteah Solomon. Nasci em Asmara, em um lugarejo chamado Idaga Arbi, aos 31 de janeiro de 1986. Quando ainda era criança de poucos meses, minha mãe faleceu. Tornei-me órfão de mãe, meu pai não teve outra escolha se não entregar-me ao GMA (Grupo Missões África – uma ONG animada pelos pavonianos, nascida, há quarenta anos, antes da Família Pavoniana, para responder aos problemas encontrados onde nós trabalhávamos na Eritréia), isto é, nas mãos de irmã Justa Sorlini (irmã comboniana) e de pe. Agostinho Galavotti (padre pavoniano). O GMA através do Projeto “Foster Home” me confiou a uma família na qual cresci como se fosse a minha família de origem e à qual ainda hoje continuo ligado de uma maneira toda particular por um sentimento de amor filial. Mesmo agora sendo um adulto, continuo a ser o xodó da minha família: os meus pais e todos os meus irmãos e irmãs sempre gostaram de mim.



Até cumprir os dezoito anos, o GMA me ajudou juntamente com a minha família adotiva, graças a uma verba que vinha da Itália. Recebia de fato cada mês uma quantia de dinheiro para os gastos com comida, roupa e outras coisas da vida cotidiana. Se não tivéssemos esta ajuda, especialmente para o leite e os alimentos de primeira necessidade, não sei se teria chegado aonde agora estou. Se não tivesse tido esta ajuda não teria  a possibilidade de estudar e de crescer como uma criança igual às outras. Muitas vezes me pergunto: quando terei a possibilidade de agradecer a família italiana que me sustentou em todos esses anos? Agora que tenho esta possibilidade, aproveito para agradecer a todos: qualquer que seja a família ou as famílias italianas, o pai e a mãe, os irmãos italianos que me viram crescer nas fotos e que conheceram a minha história através das cartas periódicas que o GMA enviava em meu nome cada seis meses. Agora posso dizer: Estou muito agradecido e digo isto de todo coração! Posso somente imaginar os sacrifícios que fizeram para que eu pudesse crescer com serenidade e segurança. Sei que me amaram tanto, como amaram seus filhos. A vossa constância em ajudar-me durante tantos anos o demonstra. Agora, chegue até vocês todos, o meu MUITO OBRIGADO! estou certo que o bom Deus terá um olhar de predileção para vocês lá no céu. Com as lágrimas nos olhos penso muitas vezes na Irmã Justa e ao pe. Agostinho que se tornaram para mim ícones do AMOR. Lembro quando irmã Justa sem nunca cansar-se me visitava, em seus braços me afagava com carinho, que emoção! Quantas pessoas são de verdade mãe e pai de muitas (milhares) crianças órfãs! Tornam-se uma família para os que não a têm...
Terminados os estudos do Ensino Médio, conversei com irmã Justa para que me ajudasse a entender o meu futuro, a aprofundar o meu Projeto de vida. Foi ela que me sugeriu de entrar na Congregação dos Pavonianos. Com o passar do tempo aprofundei as minhas motivações vocacionais. Uma delas, que me sensibilizou a gastar a minha vida para ser vida para os outros, foi: Recebi tanto, agora é o tempo para eu me doar às outras crianças órfãs e abandonadas.  O carisma do beato Ludovico Pavoni era o ideal e representava o meu modo de ser na vida. Em 09 de outubro de 2010 fiz a minha profissão perpétua e no dia seguinte, o dia 10 de outubro, recebi o ministério do Diaconato. Depois no dia 16 de julho de 2011 fui ordenado presbítero pavoniano. Faz já quase um ano que opero como representante da GMA em Asmara. Atualmente temos umas cinquenta famílias que necessitam de ajuda especial. O meu trabalho é fazer sim que as ajudas que chegam aqui na Eritréia sejam aproveitadas por estas família, permanecer ao lado delas, animando-as, igualzinho  fazia irmã Justa comigo. Ao mesmo tempo envio informações para a Itália, permitindo assim que as famílias colaboradoras conheçam o que acontece entre nós. Assim, como me pede o carisma do meu ser pavoniano estou sempre em contato com crianças e meninos de rua da nossa cidade.
Finalizando, agradeço o GMA e a equipe toda e posso dizer, sem dúvida nenhuma, que vocês são como a minha verdadeira família ampliada.
Agradeço a todos!
                      Padre Mihreteah Solomon, FMI Religioso Pavoniano - Filhos de Maria Imaculada 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Superior geral


Caríssimos irmãos e leigos da Família pavoniana,

o mês de maio, junto com o mês de abril, constitui um período particularmente forte no curso do ano para a nossa Família. Podemos considerar os dois meses como pavonianos por excelência, em relação aos acontecimentos que se referem ao Padre Fundador: aniversário de sua morte, aniversário de sua beatificação e sua festa litúrgica. Nessa perspectiva, inserida, aliás, no Ano da missão educativa pavoniana que estamos celebrando, pretendo dar sequência e propor mais uma reflexão sobre a experiência que levou padre Pavoni a realizar a missão educativa que todos conhecemos. Os doces atrativos, aos quais acenei na carta do mês passado, levaram-no a se ocupar da situação dramática em que se encontravam muitos adolescentes da sua cidade.

E ei-los no naufrágio! (Introdução ao Regulamento do Instituto de 1831. RU I, p.40).

A situação desses adolescentes evoca no padre Ludovico Pavoni a imagem do naufrágio. Eles correm o risco de se perderem, de arruinar-se pelo resto da vida.
A quem alude o nosso Padre Fundador? Aos adolescentes impelidos, por causa da condição de pobreza e de abandono em que se encontram, a enfrentar, prematuramente, o mundo do trabalho. Não existe, para com eles, atenção ou respeito algum. Além de vitimados pelo aproveitamento de suas frágeis energias, é sobretudo o coração deles a ser vilipendiado, é a dignidade deles que está sendo pisada. A primeira virtude que vem a cair é a da castidade. Aberta esta fresta, desmoronam com facilidade muitos outros valores humanos, morais e religiosos. Esses jovens acabam se afastando da vivência religiosa, não se dispõem mais para escutar os conselhos de pessoas interessadas ao bem deles, entregam-se aos vícios, expondo-se até se tornarem delinquentes.

Dentre eles, há também alguns adolescentes do seu oratório. Padre Pavoni fala deles na Ideia geral, colocada como premissa às Constituições de 1847. Após escrever sobre o feliz sucesso de seu oratório, iniciado em 1812, continua assim: Sucessivamente, porém, não poucos, impelidos a se dedicarem aos trabalhos por causa da necessidade da sua condição, afrouxavam no fervor, desviavam-se do bom caminho, arrastados pelo mau exemplo que encontram em muitos operários, bem como pelas ideias de liberdade que dominam até os mais simples ambientes de trabalho.

Trata-se de uma descrição mais sintética do que tinha tratado de forma mais ampla na Introdução ao Regulamento do Instituto de 1831. O mau exemplo e as conversas de libertinagem tinham grande influência sobre eles. Frente a isso, Pe. Pavoni acrescenta: Essas perdas doloridas feriam muitíssimo o coração sensível do Sacerdote Diretor do Oratório.

Ele fala de si próprio, em terceira pessoa. É ele mesmo, é o seu coração sensível que fica ferido por essas perdas doloridas. Padre Pavoni sente-se ferido no coração. E manifesta, com discrição, os sentimentos de seu coração: um coração sensível perante a desgraça dos jovens, um coração que se sente como ferido pelos fracassos e pelas derrotas deles. Preocupado por tais sentimentos, assim continua se expressando na Introdução ao Regulamento do Instituto de 1831, ele sentiu-se impelido pelo ardente desejo de se tornar útil a essa geração infeliz.

Conhecemos bem o que Padre Pavoni iria fazer. Neste momento, só me interessa salientar sua reação ante o espetáculo a que estava assistindo. Não ficou indiferente, não virou o olhar para outro lado. Sentiu-se profundamente preocupado por esses jovens náufragos; sentiu-se impelido pelo ardente desejo de ir ao seu encontro, de fazer alguma coisa por eles, de ajudá-los na construção de seu futuro.

Neste sentido, hoje, também, todos nós estamos sendo interpelados. Além daquilo que estamos realizando, impõe-se a pergunta sobre qual ressonância provoca em nós a situação do mundo juvenil de hoje. É este o nosso mundo, o mundo ao qual somos enviados, o mundo em que estamos envolvidos.

Podemos limitar-nos a condenar o que não vai bem. Podemos ficar num nível de não compreensão das problemáticas juvenis. Podemos sentir-nos impotentes frente a tantas situações de mal estar. Podemos não conseguir enxergar, também, os aspectos positivos que existem. Podemos fechar os olhos perante a realidade em sua complexidade e limitar-nos a fazer algumas intervenções parciais e insuficientes.

O nosso Padre Fundador nos estimula a colocar-nos frente aos rapazes e jovens numa atitude de empatia, sempre cultivando, a respeito deles e apesar de tudo, as melhores esperanças. Procurar entender, assumir seus sofrimentos, seus desejos, suas dificuldades, seus sonhos, suas esperanças. Sustentá-los na construção de seu futuro. Analisar como chegar ao coração deles. Trabalhar para a sua formação integral, como homens e como cristãos. Tornar-nos conhecedores das armadilhas em que podem facilmente cair, começando pela banalização da sexualidade. Uma válida educação na virtude da castidade pode constituir, hoje também, a chave para um crescimento autêntico e responsável em todos os níveis. Educar ao amor verdadeiro é um grande desafio num mundo (pelo menos no que aparece em forma mais provocatória) imbuído de hedonismo, de egoísmo, de afã pelo sucesso e pelo prazer pessoal. Educar para a maturidade como capacidade de fazer da própria vida um dom, o maior dom possível, à luz da fé em Deus e com o sustento de sua graça. Será que nas motivações de fundo das atividades que acompanhamos, é esta a nossa intenção mais verdadeira e o nosso interesse mais profundo? Acredito ser isto que o nosso Padre Fundador nos pede hoje, mesmo nas mudadas circunstâncias dos tempos.

24 horas continuadas de adoração (25-26 de maio) e festa litúrgica do beato L. Pavoni (28 de maio).

Também este ano a festa litúrgica de 28 de maio será precedida por uma corrente de orações em nossas comunidades, que consiste nas 24 horas ininterruptas de adoração de 25/26 de maio.
Será nas vésperas de Pentecostes. Portanto, a nossa adoração terá um significado e um valor ainda mais forte, sendo unida à oração de toda a Igreja na invocação e na espera do Espírito Santo.
Às intenções dos anos anteriores, quer dizer à oração para conseguirmos a proclamação do padre L. Pavoni como santo e para obter do Senhor o dom de novas vocações para a Congregação, acrescenta-se, este ano, um renovado empenho para aplicar, em todas as nossas instituições, o Projeto educativo pavoniano, inspirado no exemplo e no ensinamento do Padre Fundador e adaptado às circunstâncias e às necessidades do mundo juvenil de hoje.

Acontecimentos agendados

Nestes primeiros dias do mês estão sendo realizados dois encontros em Belo Horizonte, Brasil: o dos superiores de comunidade (1° de maio) e o dos formadores (2 de maio).
Sexta feira, dia 04, realizar-se-á, em Brescia, conforme foi comunicado, o 3° Gio-Fest Pavoni.
Segunda feira, dia 07, irei para as Filipinas, onde o noviço Efren emitirà a primeira profissão religiosa, no domingo 13. Seguidamente, ingressarão no noviciado quatro jovens: Marcos Dias de Sales, Roberto Capanpan Custodio Jr., Rustom Donas Bayudang e Ziad Mark Baggas Dao-ayan.
Agradeçamos a Deus por estes eventos e roguemos para que nos mantenha todos na fedelidade ao seu chamado e ao seu amor.
Na Espanha, de 21 a 27, terá lugar a semana vocacional pavoniana, que se encerrará, sábato 26, com a IX Marcha Pavoniana Juvenil em Colmenar Viejo (Madrid) e com a jornada da missão pavoniana, domingo 27.
Entre os dias 23 e 25 participarei, em Roma, da 79a assembleia semestral dos Superiores gerais (USG), que tratará o tema: A Vida Religiosa na América Latina e no Caribi: vida e missão.

Nestes dias do tempo pascal e do mês de maio nos acompanhe a Virgem Maria, a nossa cara Mãe; interceda para que saibamos estar, como ela, atentos à palavra de Deus e dóceis à ação do Espírito Santo.
De coração, saúdo a todos, em nome do Senhor.

                                                                                                                       p. Lorenzo Agosti

Tradate, 1°de maio de 2012, memória de são José Operário.

Oração Vocacional Pavoniana

Oração Vocacional Pavoniana
Divino Mestre Jesus, ao anunciar o Reino do Pai escolheste discípulos e missionários dispostos a seguir-te em tudo; quiseste que ficassem contigo numa prolongada vivência do “espírito de família” a fim de prepará-los para serem tuas testemunhas e enviá-los a proclamar o Evangelho. Continua a falar ao coração de muitos e concede a quantos aceitaram teu chamado que, animados pelo teu Espírito, respondam com alegria e ofereçam sem reservas a própria vida em favor das crianças, dos surdos e dos jovens mais necessitados, a exemplo do beato Pe. Pavoni. Isto te pedimos confiantes pela intercessão de Maria Imaculada, Mãe e Rainha da nossa Congregação. Amém!

SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL - FMI - "Vem e Segue-Me" é Jesus que chama!

  • Aspirantado "Nossa Senhora do Bom Conselho": Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Orientador dos Aspirantes – Pe. Célio Alex, FMI - Colaborador: Ir. Quelion Rosa, FMI.
  • Aspirantado "Pe. Antônio Federici": Q 21, Casas 71/73 . Setor Leste. CEP 72460-210 - Gama / DF . Telefax: (61) 3385.6786. Orientador dos Aspirantes - Ir. José Roberto, FMI.
  • Comunidade Religiosa "Nossa Senhora do Bom Conselho": SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944. Pastoral Vocacional: Ir. Thiago Cristino, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Basílica de Santo Antônio: Av. Santo Antônio, 2.030 - Bairro Santo Antônio. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3223.3083 (Comunidade Religiosa Pavoniana) / (27) 3223.2160 / 3322.0703 (Basílica de Santo Antônio) . Reitor da Basílica: Pe. Roberto Camillato, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Paróquia São Sebastião: Área Especial 02, praça 02 - Setor Leste. CEP 72460-000 - Gama/DF. Tel.: (61) 34841500 . Fax: (61) 3037.6678. Pároco: Pe. Natal Battezzi, FMI. Pastoral Vocacional: Pe. José Santos Xavier, FMI.
  • Juniorado "Ir. Miguel Pagani": Rua Dias Toledo, 99 - Bairro Vila Paris. CEP 30380-670 - Belo Horizonte / MG. Tel.: (31) 3296.2648. Orientador dos Junioristas - Pe. Claudinei Ramos Pereira, FMI. ***EPAV - Equipe Provincial de Animação Vocacional - Contatos: Ir. Antônio Carlos, Pe. Célio Alex e Pe. Claudinei Pereira, p/ e-mail: vocacional@pavonianos.org.br
  • Noviciado "Maria Imaculada": Rua Bento Gonçalves, 1375 - Bairro Centro. CEP 93001-970 - São Leopoldo / RS . Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.1087. Mestre de Noviços - Pe. Renzo Flório, FMI. Pastoral Vocacional: Ir. Johnson Farias e Ir. Bruno, FMI.
  • Seminário "Bom Pastor" (Aspirantado e Postulantado): Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Orientador do Seminário - Ir. César Thiago do Carmo Alves, FMI.

Associação das Obras Pavonianas de Assistência: servindo as crianças, os surdos e os jovens!

  • Centro Comunitário "Ludovico Pavoni": Rua Barão de Castro Lima, 478 - Bairro: Real Parque - Morumbi. CEP 05685-040. Tel.: (11) 3758.4112 / 3758.9060.
  • Centro de Apoio e Integração dos Surdos (CAIS) - Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Coordenador: Luís Vicente Caixeta
  • Centro de Formação Profissional: Av. Santo Antônio, 1746. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3233.9170. Telefax: (27) 3322.5174. Coordenadora: Sra. Rosilene, Leiga Associada da Família Pavoniana
  • Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL-LP) SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944 . Diretor: Pe. José Rinaldi, FMI
  • Centro Medianeira: Rua Florêncio Câmara, 409 - Centro. CEP 93010-220 - São Leopoldo/RS. Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.2797 / 3589.6874. Diretor: Pe. Renzo Flório, FMI
  • Colégio São José: Praça Dom Otávio, 270 - Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG - Caixa Postal: 149. Tel.: (35) 3423.5588 / 3423.8603 / 34238562. Fax: (35) 3422.1054. Cursinho Positivo: (35) 3423. 5229. Diretor: Prof. Giovani, Leigo Associado da Família Pavoniana
  • Escola Gráfica Profissional "Delfim Moreira" Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Diretor: Pe. Nelson Ned de Paula e Silva, FMI.
  • Obra Social "Ludovico Pavoni" - Quadra 21, Lotes 71/72 - Gama Leste/DF. CEP 72460-210. Tel.: (61) 3385.6786. Coordenador: Sra. Sueli
  • Obra Social "Ludovico Pavoni": Rua Monsenhor Umbelino, 424 - Centro. CEP 37110-000 - Elói Mendes/MG. Telefax: (35) 3264.1256 . Coordenadora: Sra. Andréia Mendes, Leiga Associada da Família Pavoniana.
  • Obra Social “Padre Agnaldo” e Pólo Educativo “Pe. Pavoni”: Rua Dias Toledo, 99 - Vila Paris. CEP 30380-670 – Belo Horizonte/MG. Tels.: (31) 3344.1800 - 3297.4962 - 0800.7270487 - Fax: (31) 3344.2373. Diretor: Pe. André Callegari, FMI.

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Quem sou eu?

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Bréscia, Italy
Sou fundador da Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, conhecida popularmente como RELIGIOSOS PAVONIANOS. Nasci na Itália no dia 11 de setembro de 1784 numa cidade chamada Bréscia. Senti o chamado de Deus para ir ao encontro das crianças e jovens que, por ocasião da guerra, ficaram órfãos, espalhados pelas ruas com fome, frio e sem ter o que fazer... e o pior, sem nenhuma perspectiva de futuro. Então decidi ajudá-los. Chamei-os para o meu Oratório (um lugar onde nos reuníamos para rezar e brincar) e depois ensinei-os a arte da marcenaria, serralheria, tipografia (fabricar livros), escultura, pintura... e muitas outras coisas. Graças a Deus tudo se encaminhou bem, pois Ele caminhava comigo, conforme prometera. Depois chamei colaboradores para dar continuidade àquilo que havia iniciado. Bem, como você pode perceber a minha história é bem longa... Se você também quer me ajudar entre em contato. Os meus amigos PAVONIANOS estarão de portas abertas para recebê-lo em nossa FAMÍLIA.