sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A Espíritualidade Pavoniana (Parte 1)

“Sejam meus imitadores, como também eu o sou de Cristo” (1Cor 11,1) “Eu disse essas coisas para que vocês tenham a minha paz” (Jo 16, 33) “Façam o que ele mandar” (Jo 2,5) “Quando vier o Espírito da Verdade, ele encaminhará vocês para toda a verdade” (jo 16,13) “Portanto, estamos rodeados dessa grande nuvem de testemunhas. ..Corramos com perseverança na corrida, mantendo os olhos fixos em Jesus” (Hb 12, 1-2) “Quem receber em meu nome uma destas crianças, estará recebendo a mim” (Mc 9, 37).
1. Ludovico Pavoni, pai e mestre.
Como Família Pavoniana manifestamos ao Pai a nossa alegre gratidão por ter dado à Igreja o grande dom do beato Ludovico Pavoni, que nós amamos e veneramos como pai e mestre de vida. Ele, imitador zeloso do divino modelo Jesus[1], é para nós testemunha do amor paterno de Deus e proposta evangélica concreta. O seu modo original de viver o Evangelho, acolhido como desígnio ditado do Céu[2], constitui a espiritualidade pavoniana, na sua expressão mais genuína e original. Este espírito nos foi doado e nós o acolhemos como o bem comum e mais precioso de nossa família. A ele todos têm direito e todos hão de zelar com atenção para conservá-lo[3]. Também hoje, Ludovico Pavoni, modelo de vida reconhecido pela Igreja, nos indica o caminho a seguir, com o seu mesmo coração, para que possamos conformar a nossa própria vida, quanto possível, à do divino Mestre Jesus Cristo[4].
2. “A Fé que opera através do amor”
A vida de Ludovico Pavoni foi marcada por uma constante e profunda união com Deus. Através da assídua meditação do Evangelho[5] Pe. Pavoni aprendeu “o sublime conhecimento de Jesus Cristo”[6], para podê-lo imitar principalmente nas virtudes do seu Divino Coração[7] e no seu apaixonado amor pelos pequenos e pobres[8]. A Ele aderiu com aquela fé operante que lhe fez enxergar a realidade através dos cristais do Evangelho[9]. “A fé que age através do amor”[10] inflamou[11] seu coração, tornando-o capaz de se doar no exercício generoso da caridade criativa que sabe encontrar o modo de ajudar a todos[12] e faz experimentar vivamente os interesses de Deus e do próximo.[13] O testemunho evangélico do Pe. Fundador e o reconhecimento de sua santidade[14] constituem a espiritualidade pavoniana que anima a nossa vida espiritual e a nossa ação apostólica.
3. “Inflamados do amor de Deus”[15]
A primazia de Deus na vida de Ludovico Pavoni foi uma experiência profundamente vivida. Dessa profunda experiência com Ele, “amado acima de todas as coisas”[16], nasceram aquelas profundas convicções que ele nos propõe como normas de vida. O amor de Deus que nos é doado como chama ardente[17] de caridade, nos torna aptos a viver a nossa consagração como um holocausto por meio do qual cada um se oferece totalmente e tudo o que possui a Deus[18]. Nos sentimos, assim, em sintonia com o nosso Fundador que viveu sua resposta ao chamado divino como um generoso sacrifício, que fiz de bom grado, de todo meu ser, renunciando a todas as esperanças do mundo[19]. A dimensão teologal de sua vida e as virtudes que a manifestam (fé, esperança e caridade), constituem os fundamentos[20] sobre os quais devemos construir a nossa consagração.
4. O “manto” da Providência e de Maria
A esperança abre o coração para uma ilimitada confiança na Providencia de Deus. Pe. Ludovico Pavoni, ao superar os inúmeros obstáculos que se interpuseram[21] à realização do desígnio... da Divina Providência[22], pude tocar com a mão a eficaz proteção de Deus e afirmar com certeza que, sob o manto da Divina Providência, ninguém fica desamparado[23]. A total e confiante entrega nas mãos da Providência, que sempre está atenta às necessidades da pobre humanidade[24], lhe deu condições para ele mesmo tornar-se providência para muitos. Um outro “manto” envolveu com ternura Ludovico Pavoni: aquele de nossa querida Mãe Maria[25]; ao imitá-la, ele soube tratar seus filhos “com ternura de mãe”[26]. A confiança na Providência e a filial devoção a Maria Imaculada estão presentes na tradição pavoniana e enriquecem com uma particular conotação de otimismo evangélico a vida e a obra dos que pertencem a esta Família.
5. “Fiz-me tudo para todos”
A entrega total de si mesmo a Deus exige o dom total de si aos irmãos: as duas atitudes são expressão do mesmo amor, aquele amor que Jesus nos pede no “novo mandamento”[27]. É por isso que o beato Ludovico Pavoni propõe a seus Religiosos um fim único para todos, ou seja, servir a Deus e ao bem do próximo[28]. O amor se torna serviço, um serviço total, sem nada poupar[29]. Pe. Pavoni, por primeiro, nos deu o exemplo: fez de sua vida um dom sem limites, pois “de rico que era, se fez pobre”[30]. Foi atento e sensível às necessidades da pobre e abandonada juventude[31], para as quais sempre deu a melhor resposta possível, procurando os meios mais adequados para uma eficaz obra de caridade[32]. Seu coração extremamente sensível[33] partilhou “as alegrias e esperanças, as tristezas e as angustias”[34] dos seus jovens e tornou-se para eles irmão a pai. Ele quis que o seu amor concreto se perpetuasse além de sua morte. Nós, hoje, somos a sua família. Ludovico Pavoni nos deixou o legado de “nos fazermos tudo para todos”[35] por amor, realizando um efetivo serviço para a Igreja e para a sociedade, de acordo com as necessidades dos tempos e lugares. Como Pavonianos, temos a obrigação “de seguir seu exemplo, animados pelo mesmo espírito”[36].
[1] Cf CP 266 [2] CP Idéia Geral [3] CP 303 [4] CP 36 [5] CP 275 [6] Fl 3, 8 [7] CP 82 [8] Cf Mt 18, 5; RU I 42 [9] Regulamento do Oratório. Prefácio (RU I 8) [10] Gal 5,6 [11] CP Idéia Geral [12] CP 131 [13] CP 69 [14] Beatificação, 14 de abril de 2002. [15] CP Idéia Geral c. [16] Lumen Gentium, 44. [17] O Diretor aos seus alunos Colaboradores, RU I 42. [18] CP 37 [19] Alocução do Superior, RU I 62. [20] CP 69 [21] O Diretor aos seus alunos Colaboradores, RU I 42. [22] RU III 51. [23] CG 15 [24] CP Idéia Geral [25] CG 3 [26] LPV 632r, 143v. [27] Jo 13, 34 [28] CP 4 [29] CP 69 [30] 2 Cor 8, 9. [31] CP pág. 111 (formula da Profissão) e RU I 63; cf. CP, Idéia Geral. [32] CG 28 [33] RU II 311. [34] GS 1 [35] I Cor 9, 22; cfr. CP 136, 213 e 272. [36] Oração da Missa própria do Beato Ludovico Pavoni.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A voz do Superior geral: Carta de novembro

Caríssimos irmãos e leigos da Família pavoniana, acabo de chegar na Itália, depois da visita às comunidades do Brasil, onde estive por mais de um mês e onde, no dia 28 de outubro, participei do enterro do irmão Natale Facchinelli, figura exemplar de religioso pavoniano. O Brasil também iniciou a fase pós-capitular, como fizeram as outras Províncias. É muito importante valorizar este tempo que estamos vivendo, para colher o impulso que nos veio da celebração do Capítulo geral e para começar a encarná-lo na nossa realidade. Um outro estímulo para intensificar este processo nos vem certamente também do Sínodo dos Bispos que, nas últimas semanas, trataram do tema da “Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”. É a relação orante, pessoal e comunitária com a palavra de Deus que suscita e nutre a nossa fé e dá vigor à nossa vocação e à nossa missão. Comunidade unida em torno do Senhor Quero retomar o tema deste primeiro ano pós-capitular Comunidade unida, para acrescentar algumas considerações às que já apresentei na carta do mês passado. A comunidade encontra a sua unidade em torno do Senhor, em torno da sua Palavra e da Eucaristia. Jamais devemos nos esquecer e, portanto, descuidar deste fundamento e desta referência. É o Senhor quem nos chamou, nos consagrou e nos enviou para continuar a sua missão por meio do carisma do beato Ludovico Pavoni. É uma perspectiva que diz respeito a cada um de nós e que compromete a todos, enquanto pertencentes a uma mesma família. Vivemos a nossa vocação, consagração e missão na unidade de uma mesma família, de uma mesma comunidade. Então, nos sentimos comunidade unida na oração, na fraternidade e na missão. É necessário viver de modo harmônico e equilibrado estas três dimensões. Não podemos descuidar da comunidade por causa da atividade, não podemos sacrificar os momentos essenciais da vida de comunidade para nos dedicarmos à atividade e menos ainda para ceder ao individualismo. Ao mesmo tempo, a vida de comunidade deve ser organizada de tal modo que permita a cada um de nós nos dedicarmos de modo válido à missão que nos é confiada. A nossa espiritualidade é alimentada pela oração, que nos permite viver em fraternidade e nos sustenta na missão. Mas a nossa espiritualidade é beneficiada também por uma vida de verdadeira fraternidade e é reforçada por uma missão vivida com dedicação e autenticidade. Nisto consiste, entre outras coisas, o verdadeiro caminho de formação permanente. A nossa espiritualidade pavoniana Muitos autores, especialistas em vida consagrada, há muito acentuam que terão futuro somente os Institutos de vida religiosa que têm na sua base uma forte espiritualidade, que são caracterizados por uma espiritualidade específica. O empenho em uma atividade apostólica, mesmo significativa, não é suficiente para garantir solidez e, portanto, continuidade a uma instituição religiosa. Se este empenho é prevalente e termina por sacrificar a consistência de uma profunda espiritualidade, a instituição corre fortemente o risco de um caminho trabalhoso e de um futuro incerto. Um direcionamento “genérico” da vida e do apostolado leva uma instituição religiosa, pouco a pouco, a perder o significado. Também por isto o Concílio Vaticano II convidou os religiosos a retornarem ao Fundador, a recuperar a genuinidade do espírito e do carisma do próprio Fundador. É o processo que estamos vivendo também nós e que procuramos realizar nos últimos quarenta anos, junto a uma conveniente adaptação às novas exigências eclesiais, culturais e sociais nas quais estamos imersos. Recuperar como Pavonianos uma identidade precisa, caracterizarmo-nos com uma espiritualidade que nos identifique, nos sustente e nos permita sentir profundamente unidos: esta foi e continua a ser um desafio que marca o tempo atual. Na história da Congregação alguns aspectos sempre caracterizaram a nossa identidade. Tratou-se, e se trata agora, de retomá-los com maior consciência, de percebê-los no seu conjunto e de torná-los expressão da nossa vida e das nossas comunidades. O texto sobre o espírito pavoniano, que foi aprovado pelo Capítulo geral e foi inserido na Regra de Vida, pode ser uma base para dar solidez a este processo. Tomamos consciência de que por espiritualidade, como há muito se afirma, não entendemos somente as dimensões de interioridade e de oração. Mas, entendemos por espiritualidade uma existência inteira que se deixa guiar e plasmar pelo Espírito de Deus. A espiritualidade une “interioridade e testemunho, contemplação e compromisso social” (cf. Doc. cap. 1996, 7b). Como nos pede o Padre Fundador, a nossa espiritualidade consiste em “conformar a própria vida, o quanto possível, à de Jesus Cristo” e “ser sinais e portadores do seu amor para os jovens, especialmente os mais pobres” (RV 11). Se é assim, somos chamados a dar esta marca à nossa vida e às nossas comunidades, unindo estreitamente nossa vida de oração, de fraternidade e de missão. Se não houver um verdadeiro amor a Deus, se não houver uma intensa e real relação com Deus na oração, não pode haver nem mesmo uma verdadeira fraternidade e um autêntico serviço aos irmãos e aos jovens. A atividade corre o risco de ser somente expressão de filantropia, como já denunciava o nosso Padre Fundador. A missão é autêntica se a vivo por amor de Cristo; se levo Cristo aos irmãos; se nos irmãos vejo o rosto de Cristo e se possibilito que os adolescentes e jovens encontrem Cristo. Aquele Cristo que vive em mim, com o qual estou em relação de fé e de oração, aquele Cristo que me ajuda a viver em comunhão com os irmãos da comunidade e que me torna irmão e próximo de cada pessoa que encontro. Tal espiritualidade encarnada torna-se irradiante e contagiosa, expande-se até nossos colaboradores e até os destinatários da nossa missão e constitui, cada vez mais, um incentivo que atrai e motiva os leigos da Família pavoniana: esses se sentem atraídos e, por sua vez, difundem e enriquecem tal espiritualidade… Deveremos ainda falar sobre ela. Irmãos idosos e defuntos… Agenda do mês de novembro Seja na Itália, seja no Brasil tive oportunidade de encontrar recentemente os irmãos idosos impossibilitados de desenvolver uma atividade, mas cuja presença é muito preciosa para a vida da Congregação. Quero recomendar a todos que estejam perto deles, que tenham atenção para com eles, que os visitem frequentemente e que lhes façam companhia. É um modo para viver o espírito de família, para manifestar o nosso sentirmo-nos comunidade unida, para testemunhar a concretização de um amor que, radicado em Deus, manifesta-se em autênticas formas de fraternidade. Celebramos nos dias passados a comemoração de todos os fiéis defuntos. Neste mês, recordemo-nos de realizar uma celebração por todos os irmãos defuntos da nossa Congregação e por quantos colaboraram conosco. Ofereçamos sufrágios por eles, imitemos seus exemplos e invoquemos a intercessão deles. Em muitas comunidades se consolidou o louvável hábito de lembrá-los no dia do aniversário de morte. Convido a continuar a fazê-lo e a introduzir em outras partes este hábito, acentuando em particular a lembrança dos irmãos que morreram na casa, na cidade ou na região à qual pertencemos. Na Espanha, nos dias 7 e 8, os superiores e vice-superiores de comunidade se reunirão e de 14 a 16 os jovens dos grupos Saiano. No fim do mês iniciarei a visita às comunidades da Colômbia, e depois prosseguirei com as do México. A ocasião foi dada pela ordenação sacerdotal dos diáconos José Daniel Becerra e Juan José Arjona, que será em Bogotá, sábado, dia 29 de novembro, pelas mãos do card. Pedro Rubiano Sáenz, Arcebispo da cidade. Serão os dois primeiros sacerdotes pavonianos da Colômbia. Agradecemos a Deus e os acompanhemos com a nossa oração e com o nosso encorajamento. Justamente naquele dia, 29 de novembro, iniciaremos a novena em preparação à nossa grande festa anual da Imaculada. Continuemos a nos confiar à nossa cara mãe Maria, que, sábado, dia 15, invocaremos como Mãe da Divina Providência, e permaneçamos sempre em obediente escuta do seu convite em Caná: “Fazei tudo o que Ele disser” (Jo 2, 5). A todos chegue a minha mais cordial saudação no Senhor.
pe. Lorenzo Agosti Tradate, 5 de novembro de 2008.

Oração Vocacional Pavoniana

Oração Vocacional Pavoniana
Divino Mestre Jesus, ao anunciar o Reino do Pai escolheste discípulos e missionários dispostos a seguir-te em tudo; quiseste que ficassem contigo numa prolongada vivência do “espírito de família” a fim de prepará-los para serem tuas testemunhas e enviá-los a proclamar o Evangelho. Continua a falar ao coração de muitos e concede a quantos aceitaram teu chamado que, animados pelo teu Espírito, respondam com alegria e ofereçam sem reservas a própria vida em favor das crianças, dos surdos e dos jovens mais necessitados, a exemplo do beato Pe. Pavoni. Isto te pedimos confiantes pela intercessão de Maria Imaculada, Mãe e Rainha da nossa Congregação. Amém!

SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL - FMI - "Vem e Segue-Me" é Jesus que chama!

  • Aspirantado "Nossa Senhora do Bom Conselho": Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Orientador dos Aspirantes – Pe. Célio Alex, FMI - Colaborador: Ir. Quelion Rosa, FMI.
  • Aspirantado "Pe. Antônio Federici": Q 21, Casas 71/73 . Setor Leste. CEP 72460-210 - Gama / DF . Telefax: (61) 3385.6786. Orientador dos Aspirantes - Ir. José Roberto, FMI.
  • Comunidade Religiosa "Nossa Senhora do Bom Conselho": SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944. Pastoral Vocacional: Ir. Thiago Cristino, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Basílica de Santo Antônio: Av. Santo Antônio, 2.030 - Bairro Santo Antônio. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3223.3083 (Comunidade Religiosa Pavoniana) / (27) 3223.2160 / 3322.0703 (Basílica de Santo Antônio) . Reitor da Basílica: Pe. Roberto Camillato, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Paróquia São Sebastião: Área Especial 02, praça 02 - Setor Leste. CEP 72460-000 - Gama/DF. Tel.: (61) 34841500 . Fax: (61) 3037.6678. Pároco: Pe. Natal Battezzi, FMI. Pastoral Vocacional: Pe. José Santos Xavier, FMI.
  • Juniorado "Ir. Miguel Pagani": Rua Dias Toledo, 99 - Bairro Vila Paris. CEP 30380-670 - Belo Horizonte / MG. Tel.: (31) 3296.2648. Orientador dos Junioristas - Pe. Claudinei Ramos Pereira, FMI. ***EPAV - Equipe Provincial de Animação Vocacional - Contatos: Ir. Antônio Carlos, Pe. Célio Alex e Pe. Claudinei Pereira, p/ e-mail: vocacional@pavonianos.org.br
  • Noviciado "Maria Imaculada": Rua Bento Gonçalves, 1375 - Bairro Centro. CEP 93001-970 - São Leopoldo / RS . Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.1087. Mestre de Noviços - Pe. Renzo Flório, FMI. Pastoral Vocacional: Ir. Johnson Farias e Ir. Bruno, FMI.
  • Seminário "Bom Pastor" (Aspirantado e Postulantado): Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Orientador do Seminário - Ir. César Thiago do Carmo Alves, FMI.

Associação das Obras Pavonianas de Assistência: servindo as crianças, os surdos e os jovens!

  • Centro Comunitário "Ludovico Pavoni": Rua Barão de Castro Lima, 478 - Bairro: Real Parque - Morumbi. CEP 05685-040. Tel.: (11) 3758.4112 / 3758.9060.
  • Centro de Apoio e Integração dos Surdos (CAIS) - Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Coordenador: Luís Vicente Caixeta
  • Centro de Formação Profissional: Av. Santo Antônio, 1746. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3233.9170. Telefax: (27) 3322.5174. Coordenadora: Sra. Rosilene, Leiga Associada da Família Pavoniana
  • Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL-LP) SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944 . Diretor: Pe. José Rinaldi, FMI
  • Centro Medianeira: Rua Florêncio Câmara, 409 - Centro. CEP 93010-220 - São Leopoldo/RS. Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.2797 / 3589.6874. Diretor: Pe. Renzo Flório, FMI
  • Colégio São José: Praça Dom Otávio, 270 - Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG - Caixa Postal: 149. Tel.: (35) 3423.5588 / 3423.8603 / 34238562. Fax: (35) 3422.1054. Cursinho Positivo: (35) 3423. 5229. Diretor: Prof. Giovani, Leigo Associado da Família Pavoniana
  • Escola Gráfica Profissional "Delfim Moreira" Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Diretor: Pe. Nelson Ned de Paula e Silva, FMI.
  • Obra Social "Ludovico Pavoni" - Quadra 21, Lotes 71/72 - Gama Leste/DF. CEP 72460-210. Tel.: (61) 3385.6786. Coordenador: Sra. Sueli
  • Obra Social "Ludovico Pavoni": Rua Monsenhor Umbelino, 424 - Centro. CEP 37110-000 - Elói Mendes/MG. Telefax: (35) 3264.1256 . Coordenadora: Sra. Andréia Mendes, Leiga Associada da Família Pavoniana.
  • Obra Social “Padre Agnaldo” e Pólo Educativo “Pe. Pavoni”: Rua Dias Toledo, 99 - Vila Paris. CEP 30380-670 – Belo Horizonte/MG. Tels.: (31) 3344.1800 - 3297.4962 - 0800.7270487 - Fax: (31) 3344.2373. Diretor: Pe. André Callegari, FMI.

Total de visualizações de página

Vídeos Pavonianos

Loading...

Quem sou eu?

Minha foto
Bréscia, Italy
Sou fundador da Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, conhecida popularmente como RELIGIOSOS PAVONIANOS. Nasci na Itália no dia 11 de setembro de 1784 numa cidade chamada Bréscia. Senti o chamado de Deus para ir ao encontro das crianças e jovens que, por ocasião da guerra, ficaram órfãos, espalhados pelas ruas com fome, frio e sem ter o que fazer... e o pior, sem nenhuma perspectiva de futuro. Então decidi ajudá-los. Chamei-os para o meu Oratório (um lugar onde nos reuníamos para rezar e brincar) e depois ensinei-os a arte da marcenaria, serralheria, tipografia (fabricar livros), escultura, pintura... e muitas outras coisas. Graças a Deus tudo se encaminhou bem, pois Ele caminhava comigo, conforme prometera. Depois chamei colaboradores para dar continuidade àquilo que havia iniciado. Bem, como você pode perceber a minha história é bem longa... Se você também quer me ajudar entre em contato. Os meus amigos PAVONIANOS estarão de portas abertas para recebê-lo em nossa FAMÍLIA.