quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Os PAVONIANOS e a Campanha da Fraternidade/2009

Este ano, a Campanha da Fraternidade apresenta-nos como tema: “Fraternidade e segurança pública”. Vivemos numa sociedade insegura, em que o medo e a violência, aprisionam o ser humano em seus lares, o que torna impossível o relacionamento interpessoal.

A violência contra a dignidade do ser humano tem raízes na história, desde a ocupação de colonizadores nas terras brasileiras. Povos indígenas foram dizimados, escravos torturados e privados de direitos humanos. Esse cenário de conflitos e desrespeito deixou heranças para a insegurança atual. Faz-se necessário objetivar a ação educativa e a evangelizadora na elaboração de projetos que promovam a dignidade humana.
O Pe. Ludovico Pavoni, pai dos pobres, doou de maneira oblativa e livre, todo o seu ser em prol da vida. Preocupado com a segurança das crianças órfãs, por causa da guerra, criou o Oratório e deu início a Tipografia na Itália, com o intuito de proporcionar às crianças e jovens a oportunidade de uma vida digna. Seus projetos pautavam-se nos valores que fundamentam a paz: responsabilidade, solidariedade e a dimensão social da própria fé. Com esses valores, esforçava-se para que as crianças crescessem num ambiente em que a cultura da paz estivesse presente no relacionamento entre os pequeninos.
Hoje, a Congregação dos Filhos de Maria Imaculada, os PAVONIANOS, colhe os frutos de sua dedicação e se compromete em dar continuidade à missão do fundador: “Cuidar das crianças como da menina dos olhos!”.
A Pedagogia Pavoniana, por meio das Obras Sociais e dos Colégios, visa uma educação para a cidadania, principio básico para combater a violência e zelar pela segurança.
Entre as metas dos Pavonianos, está a Cultura da Paz. Despertar na consciência das crianças, dos jovens e das famílias que a paz será possível mediante esforços permanentes de respeito pela dignidade das pessoas, e a prática da misericórdia no lugar da violência.
Que sejamos protagonistas da nossa própria história e artesões na construção da civilização do Amor e da Paz.
Que o Beato Ludovico Pavoni interceda a Deus por todos os comprometidos com a causa do Reino e que Maria Imaculada nos ajude no desejo árduo por uma sociedade justa e fraterna, que garanta a paz e a segurança.
Wellington da Silva Nascimento
Noviço – Comunidade de São Leopoldo/RS

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Rezando o 38º Documento Capitular ...

Documento Capitular – Parte I
Identidade e Formação no Espírito
–Eles não têm vinho –
Canto Inicial: 640 – O meu Reino tem muito a dizer...*
Hino
Salmos
Meditações sobre o 38º Documento Capitular
1. Em Caná, junto com Jesus, o protagonista, aparece Maria, a intercessora; aparecem os servos, que obedecem ; e aparecem os discípulos, que creem no Mestre. Neste episódio concentra-se a história passada do povo de Israel e se delineia a futura, da nova comunidade dos crentes em Jesus. Duas características são marcantes: a primeira a falta de vinho; a segunda o vinho “bom”, o que possibilita a continuidade da festa.

Todos: Queremos enfrentar o sexênio que está à nossa frente, vivendo dia-a-dia o espírito de Caná. “O que nós esperamos, conforme a sua promessa, são novos céus e nova terra, onde habitará a justiça” (2 Pd 3, 13).
2. Se em muitos aspectos nossa realidade é institucional e seguimos princípios das organizações sociais, na sua identidade mais profunda é uma realidade carismática que encontra sua força no Espírito de Deus. Viver plenamente a nossa identidade de consagrados pavonianos, a partir da missão, equivale a tornar-nos “dia, após dia, pessoas cristiformes e assim apressar a vinda do Senhor, que coincidirá não com o ‘fim’ do mundo, mas com a sua transformação. Jesus não veio para substituir o velho em novo, mas para transformar o velho em novo. Soube tirar de uma realidade morta (pelo comodismo, rotina, discórdia, incoerência, omissão, idolatria, ...) os elementos vitais e fundamentais do seu carisma (Espírito fundante).
Todos: Somos chamados a exercitar a esperança, considerando o nosso “velho”, nossa história fundacional e o nosso patrimônio carismático, como portadores de uma “novidade” a ser redescoberta diante das exigências do nosso tempo .
3. É no Espírito que devemos nos orientar para encarnar a novidade que advém dele. O Espírito é o “vinho bom” que Jesus oferece em Caná, como sinal dos tempos novos. O “não têm vinho” indica a sensibilidade e o julgamento da Mãe de Jesus sobre a história, uma avaliação sobre o ser de Israel naquele momento. Porém é de tamanha importância a superação da situação de inércia, desanimada, sem perspectivas ... Pe. Pavoni, antes de ser um teórico sobre sua realidade, foi um homem prático, aberto à graça de Deus e ativou um processo de superação no seu tempo. Ele assume os problemas e se sente impelido a agir. Com um coração sensível, doa-se inteiramente aos seus jovens, confiados por Deus, a ponto de transformar o “ir ao encontro deles” para “viver com eles”. Ele escolhe partilhar sua vida com eles, pondo-os no centro de seus projetos.
Todos: Dá-nos do teu vinho, Jesus, fonte de criatividade e dinamismo em nossa ação. Faze que também nós sejamos portadores daquela alegria que contagiou Caná.
4. Antes de tudo, devemos crer verdadeiramente em Jesus, na sua presença Providente; colocá-lo no centro da nossa vida. Ele, de fato, é a novidade, renova todo o nosso ser e a nossa ação apostólica, tanto do presente como do passado. Ele faz reviver a nossa fidelidade e a nossa ousadia, a nossa espiritualidade encarnada e a nossa presença no mundo. Dar futuro à missão pavoniana, a partir da nossa identidade, significa redescobrir Jesus como “Aquele que vem”. Isto é, redescobri-lo como motivo e objeto da nossa esperança. Depois, confiar na Mãe da Divina Providência, companheira e cúmplice em nossa missão e invocar sua intercessão, cantemos.
Canto: 496 – Ó Mãe, por intermédio do teu nome...*
5. Jesus, vale-se de “seis jarras de pedra para a purificação ritual dos judeus”, que “estavam ali”. Com isso o evangelista quer evidenciar que a antiga aliança encerrava em si as condições de possibilidade de uma própria revisão e consequentemente uma superação. Diante disso, ao voltar o nosso olhar para a realidade da nossa Congregação, em nível numérico, constatamos que ela não nos permite manobras estratégicas de amplas dimensões, porém, nem por isso podemos cruzar os braços, todavia, urge dar continuidade e futuro ao trabalho que já realizamos. Neste sentido, peçamos, pois ao dono da Messe que envie mais operários para labutar no seu Reino.
Todos: Oração Vocacional Pavoniana
Cântico de Maria
Preces
Oração Final
· Os cantos têm como referêcia o livro de Cânticos para a animação litúrgica da Arquidiocese de Vitória- ES “Cantai ao Senhor”.
· Ideia Original e Adapatação de texto: Ir. Thiago Cristino, FMI

Reflexão: Seis perigos: Rotina, mediocridade, omissão, apego, preocupação e idolatria

O arcebispo de Londrina/PR, Dom Orlando Brandes*, dedicou uma mensagem em que alerta sobre seis perigos:
O primeiro deles é «a rotina». «É o pecado capital da preguiça. A rotina torna a vida sem graça, monótona, sem expectativa de melhora e de transformação. A rotina é a morte do cotidiano, o desprezo dos valores e das maravilhas. É um caminho destrutivo», destaca. Em segundo lugar, o arcebispo alerta quanto à «mediocridade». «A pessoa medíocre não quer saber de estudo, da participação, de transformação. Vive na alienação, contenta-se com o menos, não quer compromisso. «Faz um ‘pacto com mediocridade’, isto é, com uma vida sem sacrifício, sem lutas, sem responsabilidade com muita indiferença e desinteresse. A pessoa medíocre é inimiga da disciplina e do sacrifício, gosta de gabar-se de seus pecados e de criticar e diminuir os outros. Desposa a superficialidade», afirma.
De acordo com Dom Orlando, a mediocridade pode ser curada com a força de vontade, buscando convicções e conversão. Em terceiro lugar, o arcebispo cita «as omissões». «Omissão é deixar de fazer o que devemos e podemos, como também, fazer mal o que podemos fazer de um modo bem melhor», explica. «A omissão é escape, fuga, desinteresse, irresponsabilidade. O mundo seria outro, se não fôssemos omissos e acomodados». Dom Orlando considera que as omissões podem ser vencidas «adquirindo o senso de justiça, a sensibilidade pelos outros, a compaixão pelo irmão e principalmente a autenticidade».
O arcebispo de Londrina cita também como quarto perigo «o apego», «raiz do sofrimento moral». «Nossas brigas, ciúmes, discórdias, divisões são frutos do apego. Quem é apegado vive numa prisão. É escravo da dependência. Não tem liberdade interior. Não é capaz de discernimento». «O apego nos impele à posse dos outros, das coisas e de nós mesmos. Isso gera muito sofrimento porque precisamos defender nossos apegos. Quando perdemos o objeto do apego ficamos raivosos, tristes, decepcionados, porque somos escravos, dependentes, condicionados pelo apego.» Dom Orlando afirma que o único caminho de libertar-se do apego «é abandonar o objeto de apego, cuja recompensa é a liberdade interior, que significa sermos livres do mal, para nos tornamos livres para a prática do bem. Vencemos o apego pela consciência do seu negativismo».
Em quinto lugar, o arcebispo cita o perigo da «preocupação». «A preocupação antecipa problemas, aumenta as dificuldades, desgasta as pessoas e não resolve nenhum problema». «O que resolve é a ocupação. Além de prejudicar a saúde, a preocupação dificulta a convivência, alimenta o negativismo, o stress e agressividade. Resolvemos o problema da preocupação com a fé na Providencia Divina, com a previsão das soluções, com o bom senso e o discernimento. Mais solução, menos preocupação», afirma.
Por último, Dom Orlando Brandes cita como sexto perigo a «idolatria». «É tudo o que colocamos no lugar de Deus e endeusamos. Os grandes ídolos hoje são o poder, o prazer, o ter desordenados», explica. «Quem adora o Deus vivo e verdadeiro obedece o mandamento do amor a Deus, busca crescer na fé, livra-se dos ídolos. Adorar em espírito e verdade é o ensinamento de Jesus», afirma o arcebispo.
*Fez estudos teológicos de pós-graduação em Teologia Moral, na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O Superior geral

Caríssimos irmãos e leigos da Família pavoniana,
escrevo-lhes de Manila, nas Filipinas, o último País em ordem cronológica no qual chegou a nossa Congregação, e cumprimento-os também em nome dos três irmãos que formam a comunidade que aqui vive e atua. Somos-lhes gratos e nos sentimos unidos a eles nesta fase de implementação e de prospectiva de uma presença pavoniana válida e significativa para a juventude filipina. Por meio deles o Padre Fundador se torna conhecido e venerado aqui e continua a atuar com o seu carisma. Esta comunidade está participando, com as outras comunidades da Congregação, do caminho do pós-Capítulo, que está empenhando todos nós em assimilar e tornar operativa a Programação geral brotada do Documento capitular. Estes textos nos provocam e nos indicam como concretizar, hoje, a Regra de Vida, que permanece o projeto fundamental, ao qual nos vinculamos com a profissão religiosa. A própria Regra de Vida, na sua proposta fundamental, permanece uma referência inspiradora também para os leigos da Família pavoniana. Nesta perspectiva, pretendo partilhar com vocês algumas reflexões.
Comunidade unida na realização do projeto da Regra de Vida
“A você que, respondendo ao chamado de Deus, quer seguir o mesmo caminho [de padre Ludovico Pavoni], é dada esta Regra como projeto de vida e guia seguro para que você possa, em unidade de coração com os outros, caminhar alegremente em direção ao Pai”. Assim lemos no Prefácio da Constituição, que forma a primeira parte, a fundamental, da Regra de Vida. Aqui se colhe o sentido da Regra, como “projeto de vida e guia seguro”. Se isto é verdadeiro, a Regra de Vida não pode ser para nós um texto secundário ou pouco relevante, mas representa, depois e junto com a Palavra de Deus, a referência mais importante para a nossa vida, seja em nível pessoal, seja em nível comunitário. Em nível pessoal: “A você que…”. Em nível comunitário: “em unidade de coração com os outros”. Na ótica do tema do ano, cada comunidade nossa, portanto, sente-se unida na realização do projeto da Regra de Vida. A Regra atual não é tanto um conjunto de normas, quanto um projeto que nos indica os critérios e os âmbitos sobre os quais fundamentar todas as nossas escolhas. Nós a estudamos no noviciado e a aceitamos de boa vontade como fonte inspiradora da nossa vida. Para muitos de nós era um texto diferente, era um dos textos que vigoravam naquela época. Mas não é isto que importa. O texto foi renovado, em obediência às disposições do Magistério da Igreja. Hoje, somos todos chamados a nos referir a esta Regra de Vida, que nos empenhamos a viver com a profissão religiosa e que, a cada dia 8 de dezembro, ratificamos. Portanto, para nós não é facultativa a referência à Regra de Vida. É conatural à nossa vocação e à nossa profissão. Ela nos apresenta o carisma e o espírito da Congregação. Por meio dela compreendemos o sentido da vida consagrada e o modo de encarnar os votos religiosos de castidade, pobreza e obediência. Ela nos ensina como tender à santidade, como viver em uma autêntica experiência de Deus por meio da oração; uma experiência a ser traduzida na fraternidade e na missão. Nela encontramos as indicações para realizar um caminho válido de proposta vocacional e de formação, bem como para nos regular no desempenho do serviço de autoridade e no uso dos bens. A Regra de Vida contém um projeto global, que envolve a cada um de nós pessoalmente e que envolve a comunidade toda. Um projeto que manifesta o carisma pavoniano, isto é, o modo de realizar, hoje, o quanto o Padre Fundador iniciou, por inspiração de Deus. Um projeto que atinge todas as dimensões da vida, porque tal é a extensão do carisma. Portanto, um projeto que não diz respeito somente ao modo de realizar a missão, mas compreende também o espírito e o estilo com os quais viver a relação com Deus e a fraternidade. Este estilo nos foi legado por uma história, que afunda as suas raízes, sem interrupção, até o padre Ludovico Pavoni. No decorrer dos anos, pouco a pouco, fomos nos inserindo, nesta história, caracterizada por continuidade e por transformação, até a renovação querida pelo Concílio Vaticano II. O texto atual da Regra de Vida, cuja redação básica remonta ao ano de 1978, manifesta a continuidade do nosso carisma e, ao mesmo tempo, o modo novo de traduzi-lo na atualidade.
A concretização da Regra de Vida, à luz do Documento capitular, superando a inércia.
Nos anos passados, procuramos assimilar o projeto contido na Regra de Vida, mas este processo ainda não foi concluído. Pelo contrário, jamais estará concluído e, por isso mesmo, deve continuar. Trata-se de uma assimilação, destinada a permear toda a nossa vida, pessoal e comunitária. Eis porque é importante reler e meditar com frequência a Regra de Vida e referirmo-nos a ela: para fazer com que o nosso estilo e o nosso modo de agir espelhem o projeto nela contido. Os outros documentos da Congregação, que periodicamente são elaborados, estão todos relacionados à Regra de Vida. Assim, a Ratio formationis, publicada em 2007, é um instrumento que nos ajuda a compreender mais profundamente o valor e as exigências da Regra de Vida. Uma ajuda semelhante é dada, sobretudo para os leigos, pelo Documento base da Família pavoniana, publicado em 2004. Também, e especialmente, o Documento capitular, que de seis em seis anos ritma o caminho da Congregação, representa um estímulo concreto para reafirmar e insistir sobre alguns aspectos prioritários da Regra de Vida, à luz da história e das vicissitudes humanas que nos tocam de perto. A Regra pede de nós uma fidelidade sincera e dinâmica ao projeto de Deus, segundo o nosso carisma; um projeto que o Documento capitular traduz no hoje e que vem especificado na Programação geral. Desta derivam a Programação provincial e a de cada comunidade, a programação para os leigos da Família pavoniana e também o projeto pessoal de vida de cada um de nós. O risco que podemos correr, e que devemos procurar evitar, é o de não nos deixarmos provocar pelas solicitações destes textos que se referem à Regra de Vida e que, portanto, fazem parte do nosso patrimônio carismático. O risco é o de permanecer quase que indiferentes, de nutrir certa indiferença para com cada estímulo novo. O risco é o da inércia, isto é, o de continuar a fazer como sempre fizemos, sem nos sentirmos inseridos em um processo de conversão contínua ou de transformação, que está na base de toda vida cristã e de toda vida consagrada. As integrações que o Capítulo geral trouxe, e que estão em vias de aprovação pela Santa Sé, serão mais uma oportunidade para dar relevância à Regra de Vida, para fazer com que nos sintamos unidos e entusiasmados como comunidade no empenho de concretizar plenamente o projeto nela contido. Por ocasião das visitas fraternas que realizarei durante este ano, terei oportunidade de verificar quanto o Documento capitular esteja começando a incidir na vida das comunidades.
O momento favorável da fase pós-capitular e da quaresma
Neste mês de fevereiro, as comunidades do Brasil e da Colômbia iniciam um novo ano de atividades. Dirijo a elas votos especiais e encorajamento. Os irmãos do Brasil reunir-se-ão, em Assembléia, nos dias 21-23 de fevereiro para elaborar a Programação provincial. Também os irmãos da Espanha, com o mesmo fim, realizarão a assembléia provincial, em Valladolid, nos dias 21-22. No dia 17, em Bréscia, os administradores locais, religiosos e leigos se encontrarão. Sábado, dia 28, no Gama, será ordenado sacerdote o diácono José dos Santos Xavier, pelo Arcebispo de Brasília, D. João Braz de Aviz. Na alegria do acontecimento, nos recordaremos dele, de modo especial, na oração. Estará em distribuição, neste período, o número 2 do Boletim interno de 2008. No final do mês, começaremos a quaresma. Que seja realmente um tempo favorável na nossa vida pessoal e na vida das nossas comunidades, para continuar um processo de autêntica conversão, sustentado pela vontade de concretizar os empenhos ligados à fase pós-capitular. Para este propósito invoquemos a intercessão do Padre Fundador e de Maria Imaculada, “a fim de que se manifeste também a nós a delicada atenção que demonstrou em Caná quando obteve do seu Filho o primeiro milagre” (RV 329). Saúdo a todos em nome do Senhor.
pe. Lorenzo Agosti
Manila, 1° de fevereiro de 2009, IV Domingo B.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

XIX Encontrão Pavoniano: "Ser jovem Pavoniano: semente de esperança para o mundo"


Aconteceu o XIX Encontrão Pavoniano, na casa do Postulantado, em Pouso Alegre, do dia 29 de janeiro a 01 de fevereiro deste ano. Estiveram reunidos no evento Religiosos e Seminaristas Pavonianos para dias de lazer, reflexão e oração em comum. Advindos de várias partes do Brasil colocamos na mesa comum nossos desejos, ações e perspectivas para o ano que se iniciou. Cada momento, com sua peculiaridade e profundeza, proporcionou para os presentes sentimentos de uma Espiritualidade Pavoniana (Mariana, Escuta da Palavra de Deus, Acolhimento no Espírito Familiar, ...) encarnada na realidade atual. Que a graça de Deus, pela intercessão do Beato Pe. Pavoni, juntamente com a nossa cara mãe, Maria Imaculada, esteja sobre nós e conduza os nossos trabalhos e ações. E em tudo seja dado glórias a Deus pelos bons feitos.

Oração Vocacional Pavoniana

Oração Vocacional Pavoniana
Divino Mestre Jesus, ao anunciar o Reino do Pai escolheste discípulos e missionários dispostos a seguir-te em tudo; quiseste que ficassem contigo numa prolongada vivência do “espírito de família” a fim de prepará-los para serem tuas testemunhas e enviá-los a proclamar o Evangelho. Continua a falar ao coração de muitos e concede a quantos aceitaram teu chamado que, animados pelo teu Espírito, respondam com alegria e ofereçam sem reservas a própria vida em favor das crianças, dos surdos e dos jovens mais necessitados, a exemplo do beato Pe. Pavoni. Isto te pedimos confiantes pela intercessão de Maria Imaculada, Mãe e Rainha da nossa Congregação. Amém!

SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL - FMI - "Vem e Segue-Me" é Jesus que chama!

  • Aspirantado "Nossa Senhora do Bom Conselho": Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Orientador dos Aspirantes – Pe. Célio Alex, FMI - Colaborador: Ir. Quelion Rosa, FMI.
  • Aspirantado "Pe. Antônio Federici": Q 21, Casas 71/73 . Setor Leste. CEP 72460-210 - Gama / DF . Telefax: (61) 3385.6786. Orientador dos Aspirantes - Ir. José Roberto, FMI.
  • Comunidade Religiosa "Nossa Senhora do Bom Conselho": SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944. Pastoral Vocacional: Ir. Thiago Cristino, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Basílica de Santo Antônio: Av. Santo Antônio, 2.030 - Bairro Santo Antônio. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3223.3083 (Comunidade Religiosa Pavoniana) / (27) 3223.2160 / 3322.0703 (Basílica de Santo Antônio) . Reitor da Basílica: Pe. Roberto Camillato, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Paróquia São Sebastião: Área Especial 02, praça 02 - Setor Leste. CEP 72460-000 - Gama/DF. Tel.: (61) 34841500 . Fax: (61) 3037.6678. Pároco: Pe. Natal Battezzi, FMI. Pastoral Vocacional: Pe. José Santos Xavier, FMI.
  • Juniorado "Ir. Miguel Pagani": Rua Dias Toledo, 99 - Bairro Vila Paris. CEP 30380-670 - Belo Horizonte / MG. Tel.: (31) 3296.2648. Orientador dos Junioristas - Pe. Claudinei Ramos Pereira, FMI. ***EPAV - Equipe Provincial de Animação Vocacional - Contatos: Ir. Antônio Carlos, Pe. Célio Alex e Pe. Claudinei Pereira, p/ e-mail: vocacional@pavonianos.org.br
  • Noviciado "Maria Imaculada": Rua Bento Gonçalves, 1375 - Bairro Centro. CEP 93001-970 - São Leopoldo / RS . Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.1087. Mestre de Noviços - Pe. Renzo Flório, FMI. Pastoral Vocacional: Ir. Johnson Farias e Ir. Bruno, FMI.
  • Seminário "Bom Pastor" (Aspirantado e Postulantado): Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Orientador do Seminário - Ir. César Thiago do Carmo Alves, FMI.

Associação das Obras Pavonianas de Assistência: servindo as crianças, os surdos e os jovens!

  • Centro Comunitário "Ludovico Pavoni": Rua Barão de Castro Lima, 478 - Bairro: Real Parque - Morumbi. CEP 05685-040. Tel.: (11) 3758.4112 / 3758.9060.
  • Centro de Apoio e Integração dos Surdos (CAIS) - Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Coordenador: Luís Vicente Caixeta
  • Centro de Formação Profissional: Av. Santo Antônio, 1746. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3233.9170. Telefax: (27) 3322.5174. Coordenadora: Sra. Rosilene, Leiga Associada da Família Pavoniana
  • Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL-LP) SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944 . Diretor: Pe. José Rinaldi, FMI
  • Centro Medianeira: Rua Florêncio Câmara, 409 - Centro. CEP 93010-220 - São Leopoldo/RS. Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.2797 / 3589.6874. Diretor: Pe. Renzo Flório, FMI
  • Colégio São José: Praça Dom Otávio, 270 - Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG - Caixa Postal: 149. Tel.: (35) 3423.5588 / 3423.8603 / 34238562. Fax: (35) 3422.1054. Cursinho Positivo: (35) 3423. 5229. Diretor: Prof. Giovani, Leigo Associado da Família Pavoniana
  • Escola Gráfica Profissional "Delfim Moreira" Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Diretor: Pe. Nelson Ned de Paula e Silva, FMI.
  • Obra Social "Ludovico Pavoni" - Quadra 21, Lotes 71/72 - Gama Leste/DF. CEP 72460-210. Tel.: (61) 3385.6786. Coordenador: Sra. Sueli
  • Obra Social "Ludovico Pavoni": Rua Monsenhor Umbelino, 424 - Centro. CEP 37110-000 - Elói Mendes/MG. Telefax: (35) 3264.1256 . Coordenadora: Sra. Andréia Mendes, Leiga Associada da Família Pavoniana.
  • Obra Social “Padre Agnaldo” e Pólo Educativo “Pe. Pavoni”: Rua Dias Toledo, 99 - Vila Paris. CEP 30380-670 – Belo Horizonte/MG. Tels.: (31) 3344.1800 - 3297.4962 - 0800.7270487 - Fax: (31) 3344.2373. Diretor: Pe. André Callegari, FMI.

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Quem sou eu?

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Bréscia, Italy
Sou fundador da Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, conhecida popularmente como RELIGIOSOS PAVONIANOS. Nasci na Itália no dia 11 de setembro de 1784 numa cidade chamada Bréscia. Senti o chamado de Deus para ir ao encontro das crianças e jovens que, por ocasião da guerra, ficaram órfãos, espalhados pelas ruas com fome, frio e sem ter o que fazer... e o pior, sem nenhuma perspectiva de futuro. Então decidi ajudá-los. Chamei-os para o meu Oratório (um lugar onde nos reuníamos para rezar e brincar) e depois ensinei-os a arte da marcenaria, serralheria, tipografia (fabricar livros), escultura, pintura... e muitas outras coisas. Graças a Deus tudo se encaminhou bem, pois Ele caminhava comigo, conforme prometera. Depois chamei colaboradores para dar continuidade àquilo que havia iniciado. Bem, como você pode perceber a minha história é bem longa... Se você também quer me ajudar entre em contato. Os meus amigos PAVONIANOS estarão de portas abertas para recebê-lo em nossa FAMÍLIA.