quarta-feira, 28 de abril de 2010

Paraíso terreste: saudade ou esperança?

Introdução

Diante do relato da criação do homem e da mulher no livro do Gênesis, uma indagação faz-se pertinente: O paraíso existiu de fato ou é uma realidade futura?
Nas páginas que se seguem teremos a oportunidade de reler essa história fazendo uma relação entre o pensamento da ciência e do Magistério da Igreja, moderado pela exegese moderna.
Os pensamentos que se encontram aqui não são novos, nem são progressistas e nem modernos, mas ao contrário, são antigos e já estavam desde quando foi escrito o texto sagrado. Todavia a metodologia é atual, haja vista que cada época enxerga a realidade com seus próprios óculos.
Assim, faremos uma análise das dificuldades relativa à problemática do paraíso e do pecado do homem, bem como das respostas a estas problemáticas, a fim de que, tendo o entendimento esclarecido, seja possível a toma de atitudes concretas para a transformação da realidade que nos cerca.
A principal finalidade deste trabalho é levar as pessoas a verem com melhor clareza a história do paraíso, bem como da criação do homem e seu pecado, e libertos de certos freios que impedem que a ação da Palavra de Deus seja eficaz em nossa vida, a partir de uma leitura contextualizada na atualidade sem depreciar e/ou ignorar as suas características.

1. As dificuldades em torno do paraíso e do pecado de Adão

“O paraíso é uma confissão pública da própria responsabilidade e culpa 
diante dos males existentes no mundo; é um apelo à transformação”.

As dificuldades acerca deste tema são as mais diversas possíveis: umas nascem diante da incompreensão ao estabelecer contato com o texto e outras por causa das diferentes interpretações tanto da ciência, dos exegetas modernos bem como do Magistério da Igreja, o que gera constantes conflitos entre as partes. As interpretações das Sagradas Escrituras tornam-se relativas à medida que a mentalidade e a cultura de um povo são mudadas que se não tiverem um acompanhamento provoca o não entendimento do sentido exato dos textos sagrados.
Com essas dificuldades surgem perguntas de todo o tipo, algumas consistentes e outras imaginárias para as quais o autor do livro dá as respectivas respostas. Todavia, é preciso reconhecer a sua pertinência. Dentre as quais podemos citar o problema de um ‘antropomorfismo’ encontrado nas narrações bíblicas como, por exemplo: a relação Deus e oleiro: não diz respeito ao modo como o homem foi criado, mas diz-se da dependência radical e sua fragilidade extrema. O homem não tem destino em suas mãos; homem e pó: homem (húmus) – terra fértil. Adão e Eva (Isha) - (função materna) eram os nomes mais comuns na época. Foi um casal determinado que protagonizou a narração; serpente que fala: bem sabemos que animal nenhum fala, mais esse não é o foco do autor sagrado, senão o fato de esclarecer que a serpente deixou de ser o símbolo da religião cananéia e tornou-se ícone da força contrária a Deus, pecado de Adão e Eva e todo o gênero humano, a criação de um casal Adão e Eva.
Agora veremos as três problemáticas em suas instâncias:
a) Ciência: apresenta uma teoria que diverge do pensamento do Magistério, isto é, uma parte da teoria da Evolução imortalizada por Darwin, o que não colabora com a fundamentação do pecado original, os chamados dons preternaturais (liberdade, justiça, imortalidade) e sobrenaturais (. A bíblia é escrita por homens com uso de sua cultura, valores, crença, no seu tempo . A consequência deste caminho seria o total abandono da fé e o conflito camuflado entre as pessoas cultas e atualizadas.
b) Exegese moderna: central na exegese é a Palavra de Deus que deve impor-se à consciência humana a fim de transformar a si e a realidade. Nesta vertente a problemática encontra-se mais pautada sobre a figura do hagiógrafo com todos os seus atributos (cultura, ideologia, público-alvo,...). Sobretudo quando a sua fundamentação está baseada na ‘Tradição oral ininterrupta’ – o que humanamente falando é impossível relatar uma história de mais ou menos um milhão de anos –, ‘revelação divina’ – o que não tem nenhum fundamento, a não ser o de uma segurança psicológica, pois na Bíblia Deus não costuma revelar os detalhes da sua ação futura ou passada – e ‘o autor teria construído a sua narração com símbolos e imagens do seu tempo’ como os povos do Oriente Médio Antigo – pode a linguagem da bíblia comparar-se à linguagem mítica empregada nos demais gêneros literários dos povos antigos?Não. Todavia respostas como essas contornam o problema apelando para os milagres.
c) Magistério da Igreja: admite a criação de Adão e Eva como sendo fato histórico (Gn 2, 21-23) e com ela a teoria do homogenismo o que fundamenta o pecado original, além do que a concepção da graça natural do homem no paraíso (antes do pecado): liberdade, justiça, imortalidade, integridade (imunidade da concupiscência desordenada).
Diante dessas dificuldades podemos ter três posicionamentos:
a) Ter a flexibilidade das partes para aceitar as novas interpretações das narrações bíblicas, isto é, integração entre fé e ciência;
b) Admitir a preponderância do pensamento científico em detrimento da narração bíblica considerando-a infantil e já superada;
c) Aceitar o pensamento da ciência, sem rejeitar todo o complexo da interpretação tradicional do paraíso.
Assim podemos ter como causas num primeiro momento um conflito entre fé e ciência, entre bom senso e catecismo tradicional (fechar os olhos) e noutro uma espécie de dogmatismo ao não se admitir que nas partes exista erro. Ou o erro está na ciência ou está na Bíblia, ou seja, quem tem os óculos verdes, enxerga verde.
A narração bíblica interpretada numa ótica histórico-informativa, vem a ser um esquema tradicional que determina, antes de qualquer investigação, a nossa interpretação, tal como a ciência se apresenta hoje: lê-se o texto para enxergar informações divinamentes certas, bem como o que o autor nos quis informar sobre tais assuntos.. Por causa dessa posição, surgem as dificuldades.
Todavia, a Bíblia não se encaixa neste esquema e por isso usamos a mensagem com um fim para o qual ela não foi dada pelo seu autor. Urge, portanto trocarmos os óculos com os quais encaramos o paraíso terrestre.

2. Chaves de leitura da narração bíblica sobre o paraíso e o pecado de Adão

“Tudo que entra pela porta da vida, vivida intensamente, 
é novo e atual por mais velho e antiquado que possa parecer”.

Para descobrir o ângulo de visão do texto Bíblico é necessário lê-lo de acordo com a intenção do autor, bem como compreender a sua estrutura e forma literária, isto é, ter em mente o contexto cultural (vital) da época (“sitz im lebem”). Assim, quando se fala do paraíso, o interesse principal não é o passado enquanto tal, mas a busca pela identidade do povo de Israel, escrito para leitores contemporâneos, ou seja, situados na época do exílio 586 a.C., pois o futuro corria perigo (perda de identidade).
Por isso temos como características principais:
a) buscar a origem/raiz do mal vivenciado à luz da fé em Deus;
b) conscientizar da culpa do mal (pessoal, social);
c) despertar para ação transformadora concreta e consciente da realidade do mal. É a graça de Deus que garante toda a transformação.
Três, são os grandes temas que revelam a ideia central:
a) Gn 2, 4-25: exprime-se aqui a intenção lúcida sobre o mundo e o homem;
b) Gn 3,1-7: o pecado cometido pela mulher e o homem;
c) Gn 3,8-24: castigo divino, provocado pelo pecado, isto é, esclarece os sofrimentos na trama da vida humana.
Todavia, a percepção dos males é relativa, pois depende em grande parte, do grau de cultura. “Uma pedra no sapato é um mal só para quem usa sapatos. O mal se impõe como problema no momento em que ultrapassa o limite da tolerabilidade” (MESTERS, 2007, p.31). A consciência crítica depende do progresso, da vivência e sensibilidade que a pessoa/grupo tem.
O mal que a Bíblia constata e contesta é ambivalente e contraditório: por um lado aquilo que deveria ser um bem é motivo e instrumento de sofrimento e opressão; por outro, o homem bíblico não aceita tal ambivalência e contesta. Além do que é refletido no âmbito familiar e social.
No primeiro aspecto temos: o relacionamento entre homem e mulher: amor = dominação; vida e morte; maternidade = vida pelo sofrimento – é uma realidade que torna-se apelo de Deus à conversão. A dor que a mulher sente é sinônimo das ambivalências do mundo que podem ser curadas quando ‘o olhar estiver voltado para Deus’; terra = trabalho = sustento; animais e homens – vida versus vida; Deus e homem – o Deus amigo causa medo no homem. Já no segundo aspecto notamos que a vida familiar, para o autor sagrado, não existe separadamente da vida social mais ampla. Os capítulos de 4 a 11 lançam um olhar sobre o mundo e constata: violência e vingança (Gn 4,8); Forças superiores e divinas (Gn 6,1-2.4) e divisão versus unidade (Gn 11, 9).
Todos esses dados fazem parte da pedagogia da Bíblia na denúncia dos males, mas não só. É uma tentativa de comunicar aos outros a mesma consciência crítica, através de um processo que tem por objetivo não apenas informar, dar uma estatística, mas transformar a realidade na qual se vive. A consciência crítica que leva à transformação advém de uma fé realista no Deus de Israel, único e verdadeiro, bom e justo. Ele não quer o nosso mal e nem é dele a culpa por nossos sofrimentos. Nesta mesma ótica não é certo pensar: “Paciência, vamos aguentar! A vida é assim mesmo, como Deus quer” – de acordo com uma visão de acomodação –, mas, vivida de forma consciente, motiva a enfrentar os sofrimentos com coragem e confiança, a fim de se alcançar a transformação desejada.
É partir destes discursos que nos é apresentada a visão ‘realista’ de paraíso, que nos motiva a caminhar para uma realidade transformada e harmoniosa, uma situação de bem-estar que ilumina todo o mal. A vida no paraíso é totalmente oposta daquela vivida ou vista pelo autor do texto sagrado. O paraíso é, pois imagem-contraste da realidade; é profecia do futuro, projetada no passado: É assim que Deus gostaria que o mundo fosse. Ele não quer dominação, dor, morte, trabalho escravo e opressor, ameaça aos animais, mas é como profetiza o profeta Isaías 65, 17-25:

“Quem fizer casas, nelas vai morar, quem plantar vinhedos, dos seus frutos vai comer. Ninguém trabalhará sem proveito, ninguém vai gerar filhos para morrerem antes do tempo. Lobo e cordeiro pastarão juntos, o leão comerá capim junto com o boi, quanto à serpente, a terra será seu alimento”.

Destarte, se este não é o mundo que Deus quer, quem é causador e responsável pelo mal? Refletir sobre sua resposta nos impulsiona a buscar o caminho da conversão: mesmo tentados pela serpente, somos livres para escolher entre a árvore da vida e a do conhecimento do bem e do mal (Gn 2,16-17).
Eis o dilema: observar a Lei de Deus e ganhar a Sabedoria, a fim de encontrar em Deus a Vida ou negar a Lei e optar por assumir o cargo divino de Legislador das coisas. É a reivindicação da autonomia moral.
Uma figura interessante e polêmica no relato bíblico é a serpente. Ela é o símbolo do mal, que afasta o homem de Deus. É nela que está a origem da culpa e a raiz dos males que o povo padece. O mal provocado pela serpente, muda o relacionamento com Deus.
Deste modo percebemos que “o pecado original é uma causa atual, acionada a cada momento pelas ações livres do homem e não num passo longínquo que estaria agindo sobre o presente. Assim o pecado original não só aconteceu como acontece” (MESTERS, 2007, p. 67-68). Por isso, ninguém pode esquivar-se diante dos males da vida e da sociedade e assumir um papel de legislador, sem sentir-se corresponsável, pois todos nós temos uma parcela de culpa.
Após o pecado o homem e a mulher sentem vergonha, e constatam que estão nus (Gn 3,7). A ‘nudez’ é uma indicação biográfica e ajuda o leitor a entrar na sua própria consciência, a fim de descobrir dentro de si mesmo se ele por acaso não é Adão ou Eva. Nada tem a ver com o pecado contra o sexo. O mal entra no mundo por uma fenda muito estreita e depois se alastra, causando destruição. Porém, o adversário está neutralizado pelo poder infinito de Deus-Criador. O autor do texto sagrado tenta mostrar uma realidade que não segue as ordens da serpente, em termos práticos e não em hipóteses teóricas.
A nossa noção de criação diz-se da criação do nada: “criatio ex nihil”, porém, na Bíblia a criação segue por outra vertente. Para os antigos não era o ‘nada’, mas o caos ou a desordem total em que não era possível a vida humana (Gn 2,4-6). A criação de deu a partir da harmonia estabelecida sobre o caos. A ameaça contra a ordem provinha do próprio homem, quando pela própria liberdade, desfaz o laço com o Criador. Todavia a ordem vence a desordem. Deus introduz no caos a força da harmonia, da paz, da vida. Desse modo a missão do homem é buscar sempre essa harmonia (ordem) capaz de estabelecer a vida na terra.
Segundo esta lógica, foi o evento da Cruz que se manifestou como é tremenda e autodestruidora a força do mal. Mas pela sua ressurreição ficou provado que, com a força de deus, é possível eliminar o mal e construir o paraíso (MESTERS, 2007, p.142). Por isso, o verdadeiro Cristão é aquele que olha para a experiência de Cristo, Filho de Deus, e o segue assumindo na própria vida as conseqüências deste seguimento. Tal seguimento implica em fazer a mesma experiência pascal de Cristo: morrer com Cristo e ressurgir com Ele para uma Vida Nova, morrer para o pecado e nascer de novo. A experiência pascal associa o homem a Cristo e o capacita para enfrentar vitoriosamente o mal.
A natureza humana foi tocada por Cristo, por isso, podemos participar da condição divina. Em outras palavras, é uma busca contínua e apaixonante por aquele por quem todas as coisas foram feitas “por Ele, para Ele e Nele”. Sob o Seu exemplo, inseridos no mundo, os homens buscam conformar-se cada vez mais a sua vida para que ela seja assemelhada à de Jesus, na busca por ‘sinais’ que expressem a vontade de Deus, a fim de orientar o sentido de sua vida, ou seja, sua missão.
O paraíso (e com ele o pecado) é a narração Bíblica mais real, mais histórica e mais verdadeira, pois descreve uma história que sempre aconteceu e acontece em todos os tempos e com todos os homens. Tal história não foi escrita simplesmente para repassar uma informação, mas para despertar e provocar uma ação eficiente contra o mal.

Considerações Finais

O livro do Gênesis é uma análise que se refere à toda humanidade como os problemas mais gritantes e que se fazem atuais: desrespeito à dignidade de Filhos de Deus do ser humano; desarmonia na ótica do discurso ecológico, dentre outros, haja vista que tal livro não representa o passado em si, mas é uma leitura de uma época que se estende até a nossa era, com sugestões para que a realidade seja de fato transformada.
O enfrentamento de problemáticas, por parte do autor do livro, a saber: monogenismo , teoria que sustenta o pecado original, ainda que como apenas um fato histórico passado, mas que tem sua repercussão para os nossos dias atuais pelo fato de ter quebrado a ‘semelhança’ (conceito moral e dinâmico) com Deus; evolucionismo e a criação do nada , mostra elementos que não são novos, mas são analisados de maneira atual, quer ser uma colaboração para uma reestruturação da história do paraíso.
A causa última de tudo está no homem. Por isso deve-se ter a consciência de que somos todos solidários, uns com os outros, no bem e no mal. Todavia, a perseverança e foco na luta para que o mal desapareça e reine a paz sobre nós e nossos filhos. Ao pensar Adão e Eva como sendo presentes em cada um de nós, a problemática acerca daqueles, que representaram à sua época, toda a humanidade, torna-se dinâmica e atual. Desse modo, o pecado, bem como todas as outras ambivalências, deve ser posto numa constante atualização, pois o texto sagrado exige que demos um passo além, a fim de que a Palavra frutifique.
À pergunta levantada no início temos como resposta que o paraíso não foi destruído e enquanto lugar (físico-geográfico) nunca existiu e não existe. É, portanto, uma esperança (escatológica). O que existe é a possibilidade de o homem, com a ajuda divina, de realizar a paz universal simbolizada pelo jardim maravilhoso. Deus caminha com o homem na sua história. Jesus Cristo é o Filho de Deus que tornou-se para nós caminho, verdade e vida que nos leva da morte para a vida eterna em Deus, na felicidade plena.
Contemplar o paraíso hoje significa pensar no desenvolvimento em todos os setores de uma nação, por exemplo: tudo é de todos. A produção teria como fim o bem-estar e não o lucro.
Portanto, a história do paraíso continua sendo válida, pois é base para uma releitura da nossa história de forma consciente, crítica e transformadora.

Ir. Thiago Cristino, FMI
Estudante de Teologia
Contato: t.cristino@yahoo.com.br 

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Sou fundador da Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, conhecida popularmente como RELIGIOSOS PAVONIANOS. Nasci na Itália no dia 11 de setembro de 1784 numa cidade chamada Bréscia. Senti o chamado de Deus para ir ao encontro das crianças e jovens que, por ocasião da guerra, ficaram órfãos, espalhados pelas ruas com fome, frio e sem ter o que fazer... e o pior, sem nenhuma perspectiva de futuro. Então decidi ajudá-los. Chamei-os para o meu Oratório (um lugar onde nos reuníamos para rezar e brincar) e depois ensinei-os a arte da marcenaria, serralheria, tipografia (fabricar livros), escultura, pintura... e muitas outras coisas. Graças a Deus tudo se encaminhou bem, pois Ele caminhava comigo, conforme prometera. Depois chamei colaboradores para dar continuidade àquilo que havia iniciado. Bem, como você pode perceber a minha história é bem longa... Se você também quer me ajudar entre em contato. Os meus amigos PAVONIANOS estarão de portas abertas para recebê-lo em nossa FAMÍLIA.