segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Celebração Eucarística - Liturgia da Palavra



 Por Ir. Thiago Cristino, FMI
Estudante de Teologia 

 A parte principal deste ato litúrgico é a proclamação das leituras e pelos cantos que ocorrem entre elas. Todo o momento é um diálogo[1] que flui naturalmente entre Deus e o ser humano, isto é, pela sua própria iniciativa, Deus Comunica-se a Si e nos oferta a sua Salvação através de sua Palavra e ao que o homem responde com aclamações (orações/salmos e cantos). O rito da Liturgia da Palavra é concluído pela homilia, a profissão de fé (Credo) e a oração universal ou dos fiéis (preces).
A Palavra é a presença atuante e salvadora de Deus[2] para o seu povo. Quando se leem as Sagradas Escrituras na Igreja, o próprio Deus fala ao seu povo. Diferentemente das outras leituras do Primeiro Testamento, temos uma veneração particular (por isso a postura corporal de pé, ao ouvir o Evangelho) pela Boa Notícia de Jesus comunicada a nós no momento da proclamação do Evangelho. Pois é o próprio Cristo que vem a nós e nos comunica a salvação pelos seus mistérios: “o evangelho que vos preguei e que recebestes, e no qual estais firmes. Por ele sois salvos, se o estais guardando” (1Cor 15,1-2). Constitui, portanto, o ponto alto da Liturgia da Palavra[3].
Tal maravilhosa presença de Deus entre nós exige uma atitude de profundo recolhimento e escuta atenta ao ouvir a mensagem que o Senhor tem a nos dizer. Por isso a Liturgia da Palavra deve favorecer a meditação e por isso deve ser evitada qualquer pressa que impeça o recolhimento, através de um profundo silêncio[4] destinado para a interiorização da Palavra de Deus no coração e eficácia da sua ‘ação transformadora em nós’ (Is 55,10-11).
Mediante as leituras é preparada para os fiéis a mesa da Palavra de Deus e abrem-se para eles os tesouros da Bíblia[5]. Os textos bíblico-litúrgicos, pelo fato de terem uma lógica diferente, diferem propriamente dito dos textos bíblicos. As leituras programadas e proclamadas na liturgia têm por objetivo a unidade dos dois Blocos testamentários e a História da Salvação. Neste sentido a liturgia rompe com a intenção bíblica e nos conduz ao mistério que celebramos. Por isso mesmo não é permitido trocar as leituras e o salmo responsorial por outros textos não-bíblicos[6].
Em preparação para ouvir o que Cristo vem falar no Evangelho, a assembleia reunida entoa um canto de aclamação, o Aleluia, que é omitido no Tempo da Quaresma.
Após a proclamação do Evangelho inicia-se a homilia, parte integrante da liturgia cujo objetivo centra-se em nutrir a vida cristã, levando em conta o mistério celebrado, bem como as necessidades dos ouvintes[7]. O mistério que celebramos, segundo Ione Buyst no livro Homilia; partilha da Palavra, trata-se da “Pessoa de Jesus Cristo, sua missão, sua vida, morte-ressurreição, o derramamento do Espírito, a vinda gloriosa no fim dos tempos, Reino de Deus, nossa comunhão com o Pai, por Cristo com Cristo e em Cristo no Espírito”[8].
A homilia é ministerialmente do clero (diáconos, presbitérios e bispos), todavia é proferida preferencialmente pelo pastor daquela Igreja. Ele, conhecendo as necessidades do seu rebanho faz com eles um caminho mistagógico suscitando os valores cristãos, com base nos ensinamentos de Jesus Cristo; serve para “encorajar, animar, exortar e consolar” (At 13, 14-42) e não tanto para dar lições de moral ou ensino sistematizado numa área da Teologia, por exemplo; pretende ser uma ‘extensão’ da Palavra de Deus, ou seja, a Palavra de Deus precisa ser comunicada de tal forma que não perca sua força e originalidade.
A partir da palavra grega όµιλια podemos entender o significado da homilia na Celebração Eucarística, pois sugere uma conversa familiar (daqui advém a importância de ser pronunciada pelo pastor, pois ele conhece a necessidade do seu rebanho) que penetra o coração de quem ouve, abre os olhos e inquieta todo aquele que pertence a Jesus Cristo, em vista de uma prática pessoal que é refletida no seio da comunidade, dando testemunho de reino de Deus e sua justiça[9].
Urge que os ministros encontrem o tom certo para que a conversa familiar seja fecunda, pois ainda os sacramentos tenham sua força própria (ex opere operato), a abundância da Graça depende em medida não desprezível da qualidade comunicadora do ministro.
Terminada a homilia inicia-se a profissão de fé, cantada ou recitada pelo sacerdote com o povo, juntos ou em dois coros, aos domingos, solenidades e celebrações de caráter mais solene [10], cujo objetivo central estar em levar todo o povo de Deus reunido em comunidade a responder à Palavra de Deus outrora anunciada e explicada pela homilia[11], sempre na ótica de que a Celebração Eucarística como um todo, é dinâmica, pois promove um agradável e fecundo diálogo entre o Pai e os filhos.
Por último faz-se, de pé[12], a oração universal ou oração dos fiéis, de certo modo há uma resposta aos apelos que a Palavra de Deus faz a cada um de nós pela fé. Ao elevar suas preces, pela Igreja, poderes públicos e pela salvação de todos, pelos enfermos e pela comunidade local[13], a Deus, o povo exerce a sua função sacerdotal[14] (comum e não ministerial). Tais preces devem ser breves e objetivas a ponto de expressarem a oração de toda a comunidade.
Em se tratando de ‘mesa da Palavra’, temos pelos ensinamentos da Igreja que ela é também alimento, é banquete[15].
Assim, participar ativamente deste rito, significa acolher do Senhor que vem ao nosso encontro todo estímulo e ânimo para caminhar rumo a ele, fortalecidos pelo pão da sua Palavra e cheios de esperanças para lutar contra todas as desesperanças deste mundo.


[1] Sacrosanctum Concilium - SC,33.
[2] SC,07; Instrução Geral ao Missal Romano - IGMR, 27.
[3] IGMR, 60.
[4] IGMR, 56.
[5] IGMR, 57; SC, 51.
[6] IGMR, 57.
[7] IGMR, 65
[8] BUYST, op. cit., p.13.
[9] Cf. Mt 6,33.
[10] IGMR, 68.
[11] IGMR, 67.
[12] IGMR, 71.
[13] IGMR, 70.
[14] IGMR, 69.
[15] Dei Verbum, 21.

domingo, 3 de outubro de 2010

O Superior geral


Pe. Lorenzo Agosti, Superior geral dos Filhos de Maria Imaculada
Caríssimos irmãos e leigos da Família pavoniana,
           
            “ninguém acende uma lâmpada para cobri-la com uma vasilha ou colocá-la debaixo da cama, mas a coloca sobre o candeeiro, a fim de que todos os que entram vejam a luz” (Lc 8, 16). Assim disse Jesus. Ele se refere ao testemunho de fé, que cada discípulo é chamado a dar.A fé é como uma luz que o Senhor dá  e acende no coração de quem o acolhe. Jesus compara o seu discípulo a uma lâmpada acesa. Não se pode escondê-la; é destinada a dar luz. A mesma dinâmica se aplica à Igreja, a cada comunidade cristã. Aplica-se à nossa comunidade religiosa.

 A nossa comunidade religiosa: “luz” de Cristo na Igreja e diante do mundo.

            Sob inspiração de Deus, o Padre Fundador iniciou a nossa Congregação religiosa. Naquele momento foi acesa uma nova luz na Igreja. É a luz do nosso carisma, testemunhado por pessoas e obras, testemunhado no tempo e nos lugares onde a Congregação se difundiu.  
            Quando respondemos ao chamado de Deus, ele acendeu uma nova luz no nosso coração; uma luz que unimos à dos nossos irmãos da comunidade. De tal modo, a comunidade se tornou e se torna resplandecente e testemunha do amor de Cristo à humanidade, segundo o carisma do Padre Fundador. É nesta perspectiva que tem sentido, valor e significado a insistência sobre a visibilidade da comunidade religiosa. É ela mesma, enquanto tal, sinal de Cristo. Daqui brota a exigência de sermos conhecidos como comunidade na Igreja e no território em que nos encontramos.
            Esta consciência e esta responsabilidade pedem, antes de tudo, que nós, religiosos, valorizemos o nosso ser comunidade e que demos a ela um fundamento e uma consistência sempre mais sólidos.  
            Ser uma comunidade de fé, reunida por Cristo e em torno a Cristo; uma comunidade fraterna; uma comunidade unida na realização da missão que lhe é confiada.
            Trata-se de um processo, como nos recorda a Regra de Vida à luz da palavra de Deus, no qual convergem a graça de Deus e a disponibilidade de cada um para se deixar plasmar e transformar em novidade de vida. É um processo pessoal, conectado a um equilíbrio emotivo. É um processo cotidiano, que exige o acolhimento do irmão e a sua aceitação como dom do Senhor, porque existe e assim como é. É um processo que leva a uma ajuda mútua para nos tornarmos como Deus nos quer. È um processo de amadurecimento humano, de santidade pessoal e de comunhão fraterna em Cristo.
            Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí no meio deles” (Mt 18,20). Cada comunidade nossa, mesmo composta somente por dois ou três irmãos, é chamada a ser assim, a viver este processo, a dar este testemunho.  Quem se aproxima de cada obra nossa deve ver a luz da comunidade religiosa, que reza unida, vive unida, trabalha unida.

A nossa comunidade religiosa: sal para os leigos e para os jovens.

            Se a comunidade é luz, torna-se sal (cf. Mt 5, 13): dá sabor, conserva em boa saúde, preserva da corrupção. Há muito se fala que o papel principal da comunidade religiosa é a animação da obra, é a atenção para manter o espírito da missão. É verdade. Mas deve ser uma animação eficaz, que começa pelo testemunho, que oferece as coordenadas de referência, mas que, também, se compromete na ação com uma presença e uma proximidade concretas e atuantes.
            Uma ação que parte, em primeiro lugar, do envolvimento dos leigos que colaboram conosco na missão. Próximos a concluir o primeiro triênio pós-capitular, chegamos ao terceiro tema anual, que completa o percurso que estamos realizando: comunidade unida com os leigos para a missão. A comunidade religiosa unida é o eixo da missão que, porém, em grande parte hoje, é levada em frente pelos leigos. Então, é necessário animar, envolver, escutar e valorizar os leigos. Quanto mais a comunidade for unida, mais o envolvimento dos leigos se torna frutuoso: para eles, para a vida da própria comunidade, para a missão. Daqui nasceu e cresce a Família  pavoniana.
            Esta requer o conhecimento entre os religiosos e leigos, o diálogo e o respeito entre eles, o dar espaço para momentos de encontro, que vão da oração à formação, à partilha de propostas e iniciativas, até o trabalho, lado a lado, no âmbito da missão.
            A missão é o êxito da comunidade religiosa e da colaboração com os leigos.
            Existimos para os jovens, para protegê-los de tantas situações de naufrágio - nos servimos de termos usados pelo Padre Fundador -. Existimos  para a sua formação integral - humana, cristã e profissional/cultural -. A comunidade, junto com os leigos colaboradores, busca tomar consciência da realidade da condição juvenil do próprio território e encaminha iniciativas para ir ao encontro dos jovens, segundo o nosso carisma. É importante, também, que quantos forem acolhidos nas nossas estruturas educativas vejam a comunidade religiosa, ou seja, tomem conhecimento da comunidade religiosa que, junto com os colaboradores leigos, se interessa por sua formação. E saibam que há um projeto educativo para eles e absorvam seus conteúdos essenciais.
            Recentemente foi aprovado o Projeto educativo pavoniano, preparado pela Província italiana. É desejável que um documento semelhante seja assumido também por outras Províncias. Deste modo teremos um ponto de referência concreto e atualizado para qualificar a nossa ação educativa. Uma ação educativa integral, isto é, em todos os níveis, que comporta também criar as condições e as ocasiões para que os jovens experimentem, de modo eficaz, que fazem parte de um ambiente pavoniano. Um ambiente que seja luz e sal, para o caminho e para o crescimento deles. Trata-se de um assunto a ser desenvolvido e aprofundado, a fim de realizar o desejo do Padre Fundador: “A família religiosa… nada deve poupar para ganhar estas almas para Deus” (da Idéia geral das Constituições).

A comunidade religiosa na vida da Congregação.

            Em vistas da Consulta geral, que se realizará em Lonigo, de 12 a 15 de maio de 2011, nos próximos meses estaremos todos envolvidos na sua preparação, para uma séria avaliação da recepção e realização, até hoje, do Documento capitular. Aproveitemos este futuro prazo para tomá-lo em mãos e relê-lo, mesmo substituindo a leitura cotidiana de um parágrafo da Regra de Vida.
            Domingo, dia 3 de outubro, a comunidade de Majadahonda, sem abandonar o empenho na atividade de recuperação de toxicodependentes, assumirá o cuidado pastoral de uma vasta paróquia em Vicálvaro, um quarteirão periférico da capital espanhola. Sempre na Espanha, no dia 12, iniciarão os encontros dos jovens dos grupos Saiano e, no dia 16, se reunirão em Madrid os superiores e os vice-superiores das comunidades.
            Em Asmara, sábado, dia 9, emitirão a primeira profissão cinco noviços - Mahari, Michaele, Million, Yacob e Weldeab -. No mesmo dia, se empenharão com a Profissão perpétua ir. Simon, ir. Mihreteab e ir. Yonas. Estes dois últimos, no dia seguinte, domingo, dia 10, serão ordenados diáconos pelo eparca da cidade. É um momento de graça para as nossas comunidades da Eritrea, tão provadas por muitas circunstâncias difíceis. Agradeçamos a Deus e o invoquemos com confiança para estes nossos irmãos e para que a presença do carisma pavoniano possa se consolidar e contribuir para o bem da juventude e das famílias locais.
            Segunda-feira, dia 18, partirei para a visita anual às comunidades do Brasil, que se prolongará até depois da metade de novembro. Aqui, os jovens religiosos, de 8 a 10, se recolherão em retiro espiritual. Enquanto que, domingo dia 31, em Belo Horizonte, ir. Célio emitirá a profissão perpétua. Tenhamos presentes também cada um deles em nossa oração.
            Celebraremos neste mês, dia 24, com toda a Igreja, o Dia Mundial das Missões. Mantenhamos viva a oração, a sensibilidade e a solidariedade concreta, especialmente, para com as obras missionárias da Congregação e para com os irmãos que estão trabalhando nelas.
            Em um  pensamento de s. José de Copertino, frade menor conventual, lemos: São três as coisas próprias de um religioso: amar a Deus de todo coração, louvá-lo com a boca e dar sempre bom exemplo com as obras. Creio que o pensamento, adaptado a  cada vocação, sirva também para os leigos. Este programa pode ser para todos um verdadeiro motivo de vida, segundo o ditado de grande sabedoria popular: É necessário ter uma boa motivação, ao levantar-se pela manhã. Dá fundamento a este motivo humano a certeza do amor de Deus, como diz a Escritura: “O amor de Deus jamais acaba e sua compaixão não tem fim. Pelo contrário, renovam-se a cada manhã” (Lm 3, 22-23).
Com esta certeza, saúdo a todos em nome do Senhor.
pe. Lorenzo Agosti
Tradate, 1° de outubro, memória de S. Teresa do Menino Jesus. 

Oração Vocacional Pavoniana

Oração Vocacional Pavoniana
Divino Mestre Jesus, ao anunciar o Reino do Pai escolheste discípulos e missionários dispostos a seguir-te em tudo; quiseste que ficassem contigo numa prolongada vivência do “espírito de família” a fim de prepará-los para serem tuas testemunhas e enviá-los a proclamar o Evangelho. Continua a falar ao coração de muitos e concede a quantos aceitaram teu chamado que, animados pelo teu Espírito, respondam com alegria e ofereçam sem reservas a própria vida em favor das crianças, dos surdos e dos jovens mais necessitados, a exemplo do beato Pe. Pavoni. Isto te pedimos confiantes pela intercessão de Maria Imaculada, Mãe e Rainha da nossa Congregação. Amém!

SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL - FMI - "Vem e Segue-Me" é Jesus que chama!

  • Aspirantado "Nossa Senhora do Bom Conselho": Rua Pe. Pavoni, 294 - Bairro Rosário . CEP 38701-002 Patos de Minas / MG . Tel.: (34) 3822.3890. Orientador dos Aspirantes – Pe. Célio Alex, FMI - Colaborador: Ir. Quelion Rosa, FMI.
  • Aspirantado "Pe. Antônio Federici": Q 21, Casas 71/73 . Setor Leste. CEP 72460-210 - Gama / DF . Telefax: (61) 3385.6786. Orientador dos Aspirantes - Ir. José Roberto, FMI.
  • Comunidade Religiosa "Nossa Senhora do Bom Conselho": SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944. Pastoral Vocacional: Ir. Thiago Cristino, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Basílica de Santo Antônio: Av. Santo Antônio, 2.030 - Bairro Santo Antônio. CEP 29025-000 - Vitória/ES. Tel.: (27) 3223.3083 (Comunidade Religiosa Pavoniana) / (27) 3223.2160 / 3322.0703 (Basílica de Santo Antônio) . Reitor da Basílica: Pe. Roberto Camillato, FMI.
  • Comunidade Religiosa da Paróquia São Sebastião: Área Especial 02, praça 02 - Setor Leste. CEP 72460-000 - Gama/DF. Tel.: (61) 34841500 . Fax: (61) 3037.6678. Pároco: Pe. Natal Battezzi, FMI. Pastoral Vocacional: Pe. José Santos Xavier, FMI.
  • Juniorado "Ir. Miguel Pagani": Rua Dias Toledo, 99 - Bairro Vila Paris. CEP 30380-670 - Belo Horizonte / MG. Tel.: (31) 3296.2648. Orientador dos Junioristas - Pe. Claudinei Ramos Pereira, FMI. ***EPAV - Equipe Provincial de Animação Vocacional - Contatos: Ir. Antônio Carlos, Pe. Célio Alex e Pe. Claudinei Pereira, p/ e-mail: vocacional@pavonianos.org.br
  • Noviciado "Maria Imaculada": Rua Bento Gonçalves, 1375 - Bairro Centro. CEP 93001-970 - São Leopoldo / RS . Caixa Postal: 172. Tel.: (51) 3037.1087. Mestre de Noviços - Pe. Renzo Flório, FMI. Pastoral Vocacional: Ir. Johnson Farias e Ir. Bruno, FMI.
  • Seminário "Bom Pastor" (Aspirantado e Postulantado): Rua Monsenhor José Paulino, 371 - Bairro Centro. CEP 37550-000 - Pouso Alegre / MG . Caixa Postal: 217. Tel: (35) 3425.1196 . Orientador do Seminário - Ir. César Thiago do Carmo Alves, FMI.

Associação das Obras Pavonianas de Assistência: servindo as crianças, os surdos e os jovens!

  • Centro Comunitário "Ludovico Pavoni": Rua Barão de Castro Lima, 478 - Bairro: Real Parque - Morumbi. CEP 05685-040. Tel.: (11) 3758.4112 / 3758.9060.
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  • Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL-LP) SGAN Av. W5 909, Módulo "B" - Asa Norte. CEP 70790-090 - Brasília/DF. Tel.: (61) 3349.9944 . Diretor: Pe. José Rinaldi, FMI
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Quem sou eu?

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Bréscia, Italy
Sou fundador da Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada, conhecida popularmente como RELIGIOSOS PAVONIANOS. Nasci na Itália no dia 11 de setembro de 1784 numa cidade chamada Bréscia. Senti o chamado de Deus para ir ao encontro das crianças e jovens que, por ocasião da guerra, ficaram órfãos, espalhados pelas ruas com fome, frio e sem ter o que fazer... e o pior, sem nenhuma perspectiva de futuro. Então decidi ajudá-los. Chamei-os para o meu Oratório (um lugar onde nos reuníamos para rezar e brincar) e depois ensinei-os a arte da marcenaria, serralheria, tipografia (fabricar livros), escultura, pintura... e muitas outras coisas. Graças a Deus tudo se encaminhou bem, pois Ele caminhava comigo, conforme prometera. Depois chamei colaboradores para dar continuidade àquilo que havia iniciado. Bem, como você pode perceber a minha história é bem longa... Se você também quer me ajudar entre em contato. Os meus amigos PAVONIANOS estarão de portas abertas para recebê-lo em nossa FAMÍLIA.